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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Planejar é, segundo Vasconcelos, antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto, é buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo ideal”. (Gandin, Danilo e Gandin, Luís Armando; p.37, 1999)
 
Sumário
 
 
 


1 - APRESENTAÇÃO


Este projeto é um documento que configura a identidade desta Unidade Escolar com medidas que define os pressupostos, as finalidades educativas e as diretrizes gerais da proposta pedagógica da instituição.

Para isso, o Projeto Político Pedagógico foi visto com ações plenamente identificáveis, para se atingir os objetivos preestabelecidos. É a projeção do desejo de criatividade, qualidade e integração das coisas, das pessoas com toda a experiência e prontas para uma grande realização. Este documento é a concretização de um conceito que busca a realidade tendo como base o que temos. Ele contém os fundamentos e princípios que garantirá a Escola M. E. Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”, a identidade que pretendemos consolidar em nossa prática pedagógica. Eis o grande desafio deste Projeto a educação de uma comunidade heterogênea que busca a escola como meio de ascensão social e cultural.

 

2 – JUSTIFICATIVA


A lei 9394/96, prevê no seu artigo 12, inciso I, que os Estabelecimentos de Ensino respeitando as normas comuns e as do seu Sistema de Ensino, terão a incumbência de elaborar e executar a sua própria proposta pedagógica.

Diante disso, é notável que esse preceito legal esteja sustentado na ideia de que a escola deve assumir, como uma de suas principais tarefas, o trabalho de refletir sobre sua intencionalidade educativa.

Desse modo faz-se necessário a chamada “escola cidadã” que está inserida no contexto da construção de uma política democrática de educação. Ela surge como resposta à burocratização e excessiva centralização do Sistema de Ensino e à sua ineficiência. Surge, também, como resposta à falência do ensino oficial, que, embora democrático quanto ao acesso, não consegue garantir a qualidade; e, ainda, em resposta ao ensino privado, pretensamente eficiente, porem elitista.

É neste contexto que vem se desenhando o projeto e a concretização da escola cidadã, em todo o mundo e, especialmente, em diversas localidades brasileiras, como uma alternativa consistente de luta pela autonomia e descentralização da sociedade e da escola, através de uma proposta de educação de qualidade para todos.

 

3 - FINALIDADES


A educação deve ser entendida como prioridade para todas as pessoas, por isso, precisa-se estabelecer metas para serem cumpridas a um espaço de curto, médio e longo prazo, onde a escola acompanhe de forma gradativa as verdadeiras necessidades da comunidade escolar.
Para que a escola alcance esses objetivos, vale ressaltar a importância de que o corpo docente faça adequações necessárias para que seus alunos sejam capazes de aprender e serem conscientes de seus direitos e deveres, de liberdade e igualdade.

Coerentes com as estratégias previstas na referida LDB, a instituição educacional tem como meta prioritária o desenvolvimento global do aluno, e para que isso ocorra, faz-se necessária a integração entre educação – cultura que não se restrinja às elucubrações teóricas, mas que se concretize numa escola, na qual a comunidade em que está inserida, seja capaz de formar uma sociedade mais justa e preparada para promover mudanças.

Diante da oportunidade oferecida para Lei 9394/96, onde cada escola pode organizar seu sistema de ensino de modo que atenda às necessidades e possibilidades, organizamos nossa Proposta Pedagógica que tem com seu maior objetivo a formação do “Homem” exercendo em sua plenitude o direito à cidadania e explorando as suas potencialidades

A Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, tem por finalidade: atender o disposto nas Constituição Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente, ministrar a Educação Infantil, o Ensino Fundamental, observadas em cada caso, a legislação e as normas especificamente aplicáveis.

A Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, oferecerá aos seus alunos(as) serviços educacionais com base nos princípios emanados das Constituições Federal e Estadual, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

4 - INTRODUÇÃO


Esse Projeto Político Pedagógico vem sendo construído e propondo novos caminhos, para uma escola diferente. Todas as questões que envolvem o fazer pedagógico e as suas relações com o currículo, conhecimento e com a função social da Escola, obriga a um pensar e uma reflexão contínua de todos os envolvidos neste processo: que Escola queremos construir?  Que conhecimentos serão necessários aos nossos(as) alunos(as)  precisarão ter para de fato exercer a sua cidadania, nesta sociedade tão cheia de conflitos. Conflitos estes que estão presentes no espaço escolar, nas relações pessoais, no confronto das idéias, e também do surgimento de novas concepções, das duvidas e da necessidade do diálogo entre sujeitos aprendentes (professores/as, pais ou responsáveis, alunos/as...).

Tais situações serão apresentadas no decorrer deste documento, nas linhas e nas entrelinhas de cada parágrafo, resgatando o aspecto histórico de como cada momento foi sendo produzido e construído. Pois este documento é o resultado de um esforço conjunto dos profissionais da Educação desta Unidade Escolar com o objetivo de respaldar as ações administrativas e pedagógicas no âmbito desta Escola.

Há a consciência, por parte dos que o produziram, de que o Projeto Político Pedagógico se encontra aberto a todo e qualquer tipo de sugestão e encaminhamentos. Sabemos que nenhum Projeto Político Pedagógico pode ser dado como pronto e acabado sob pena de se cristalizar e deixar de acompanhar os movimentos da história.

Portanto, nossa reflexão contínua baseada principalmente na prática pedagógica cotidiana e na discussão dos referenciais teóricos que nos encaminhem para uma “práxis” responsável e compromissada com uma escola pública com ensino de qualidade. 

 

5 – VISÃO ESTRATÉGICA


5.1 - Nossos Valores


 

IGUALDADE: Construirmos uma escola capaz de estabelecer os princípios de igualdade, envolvendo a comunidade num trabalho transformador.

 

QUALIDADE: Caracterizada em cada atividade, cada iniciativa do pessoal de apoio, do corpo docente e da equipe gestora, executando ações comprometidas com a elevação da qualidade do ensino.

 

EFICIÊNCIA: Enfrentamos os desafios surgidos no âmbito escolar, com eficiência, competência e respeito às peculiaridades étnicas, sociais e culturais, dos que contribuem com o processo educativo na escola.

 

COMPROMISSO: Nosso maior compromisso é trabalhar a inclusão social, estimulando ações positivas que resultam na promoção da pessoa humana.

 

5.2- Nossa Visão de Futuro


Seremos uma referência educacional reconhecida pelo trabalho que é centrado e fundamentado nos princípios da qualidade, da eficiência e da equidade.

 

5.3 - Missão da Escola
Contribuir para constante melhoria das condições educacionais da população, visando assegurar uma educação de qualidade aos nossos alunos num ambiente criativo, inovador e de respeito ao próximo.

 

5.4 - Nossos Objetivos Estratégicos
- Elevar o desempenho acadêmico dos alunos;
- Fortalecer a participação dos pais na escola;
- Dinamizar a gestão escolar.

 

 

6 – CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA


 

6.1 – Identificação


 

ESCOLA: E. M. E. Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”

 

LOCALIZACÃO: Rua “D”, Quadra Norte 09, Lote Especial, Km 07.

BAIRRO: Nova Marabá

CIDADE: Marabá

CEP: 68.504 - 030

FONE: (94) 3322 - 4973

ÁREA: Urbana

NIVEIS E MODALIDADES DE ENSINO: Ensino Fundamental 1ª a 8ª e Educação de Jovens e Adultos.

DATA DA FUNDAÇÃO: 23/04/1984

ENTIDADE MANTENEDORA: Prefeitura Municipal de Marabá

ATO DE CRIAÇÃO: Portaria 058/99-GP

 

6.2 – Atendimento à Clientela


 

Nº de salas: 13 - por turno

Nº de alunos: aproximadamente 1.300

Ensino atendido: 1º Semento (5º anos); 2º segmento (6º ao 9º anos) e EJA (Educação de Jovens e Adultos)

 

7 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA


 

            O Projeto Político Pedagógico da Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita” é um modelo que está sendo construído pautado nos fundamentos de uma escola pública-popular-autônoma nos parâmetros da concepção de “Paulo Freire”. Entretanto, na sua trajetória, tem procurado delinear a sua singularidade no contexto de suas possibilidades históricas construindo a sua identidade nos possíveis pautados pelos limites da lei, dos recursos financeiros disponíveis e das condições concretas de trabalho. Desse modo, pretende responder às demandas especificas da população estudantil da Rede Pública Municipal, matriculados nesta escola.

            Este projeto compreende:

a)      A educação como construção da cidadania: Pressupõe a formação do homem enquanto ser concreto, histórico, consciente e livre construtor do seu próprio destino através do conhecimento, do diálogo e do trabalho solidário. Tal formação deve propiciar ao educando inserir-se como sujeito participativo no processo de construção de uma sociedade eticamente comprometida com a justiça, com a equidade, com a dignidade, com a emancipação, enfim, com a felicidade humana, através de um processo que use razão e sensibilidade.

b)      A ênfase no conceito de “Escola Pública”, voltada para atendimento dessa comunidade. Dessa forma, a Escola Pública é aquela que, apesar de mantida com recursos públicos, é destinada a todos sem nenhuma distinção e é pensada e gerida por uma sociedade que dela usufrui e por ela se responsabiliza.

c)      Fortalecimento da identidade do educador: um educador que assume novos valores, novos saberes, novas posturas, novas habilidades e se identifica como o mediador entre o educando e a construção da cidadania. Assim, a formação continuada, o diálogo, a pesquisa coletiva constituem-se em condições imprescindíveis da construção desta identidade.

d)     Formação de identidade do educando: que passa a ser considerado como sujeito da sua própria formação em um complexo processo interativo em que a docência e discência formam um todo indissociável. Enquanto sujeito, o educando se constitui num sistema auto e co-organizador de suas experiências de aprendizagem segundo seu ritmo e as características peculiares do seu estágio de desenvolvimento, sua cultura e sua classe social de origem. Dentro dessa perspectiva, o aluno deixa de ser considerado pura e simplesmente como massa a ser informada e torna-se sujeito responsável e capaz de desenvolver-se com consciência plena e eticamente atuante na construção de sua própria cidadania.

e)      Atenção em relação aos conteúdos curriculares: ao deixar de se constituírem em eixo vertebrador do trabalho escolar, mera erudição dissociada e fragmentada da realidade, os conteúdos não perdem a sua especificidade, o seu papel no processo educativo. Ao contrário, a escola cidadã pressupõe a construção e a apropriação do conhecimento como condição de libertação do sujeito e da sociedade. Assim, trabalha o conhecimento na sua profundidade, na sua lógica própria, mas com a preocupação de estabelecer um diálogo interdisciplinar entre as diversas áreas do saber, para formar uma visão de homem e mundo organicamente articulada com vistas a uma intervenção efetiva na realidade.

Desse modo, o currículo da escola Cidadã adquire uma nova dimensão. Para além do discurso específico de cada disciplina, é a construção humana no seu todo que está em causa. Isto implica em trabalhar o conhecimento global em suas múltiplas dimensões, congregando a informação com o aprender a aprender, o aprender a fazer, o aprender a viver e conviver; assim, o aprender a ser, considerando-se em todo processo a prática social dos sujeitos. Nessa visão, prioriza-se a formação totalizadora que incorpora atividades intelectuais, manuais, corpóreas, lúdicas, sociais e afetivas no cotidiano pedagógico, congregando o que, na vida, não se separa, formando pessoas autônomas, autênticas, solidárias, democráticas, cidadãs.

Nessa perspectiva curricular, a pedagogia de projetos revela-se como estratégia privilegiada de desenvolvimento da prática educativa em sala de aula. Tais projetos, oriundos de situações reais vividas pelos alunos, não eliminam a especificidade de cada disciplina, mas promove o diálogo, a interdisciplinaridade através da seleção dos conteúdos significativos para a compreensão da realidade. Os projetos poderão envolver, portando, todas as áreas ou algumas delas e as questões que eles não contemplem, mas que o educador avalia como necessários, deverão ser trabalhadas em módulos de aprendizagem.

Este currículo pauta-se em algumas competências educativas que deverão orientar a organização da prática pedagógica:

·                    Habilidade no uso da língua oral e escrita: numa sociedade letrada é imprescindível ao exercício pleno da cidadania a habilidade de se expressar com clareza, fazendo-se compreender e compreendendo os diversos portadores de textos. Assim, no espaço escolar, é tarefa de todos os conceitos, o desenvolvimento pleno da oralidade e da escrita para efetiva apropriação, socialização e aplicação das informações;

·                     Habilidade de aplicar o conhecimento: existencialmente, o homem é desafiado a responder com competência aos problemas que a vida lhe impõe. Assim, toda a atividade escolar deve privilegiar a habilidade do saber-fazer, ou seja, preocupar-se em verificar a forma como os alunos mobilizam suas informações, sua lógica, sua criatividade, criticidade e habilidades na resolução, não apenas dos problemas teóricos colocados pelos conteúdos, mas também no enfretamento de situações existenciais colocadas pela vida, ultrapassando o dualismo entre trabalho manual e intelectual, entre escola e prática social;

·                    A aquisição de diferentes linguagens: partindo-se do pressuposto de que o processo educativo na escola cidadã está eticamente comprometido com a emancipação humana como um todo, envolvendo todas as dimensões do ser sujeito (corpo, emoções, pensamentos, padrões estéticos, conhecimentos físicos, científicos, lógicos e espirituais), as experiências educativas deverão contemplar todas as linguagens humanas:       da ciência, da arte, da técnica, da filosofia e da religião, unificando razão, intuição, sensibilidade e motricidade;

·                     A capacidade de aprender a aprender: mais do que tornar o aluno um depósito de informações mecânicas, fragmentadas e dissociadas da realidade, toda prática pedagógica deve se preocupar em capacitar o aluno para a busca a organização da informação através do incentivo e da prática de todas as formas de pesquisa, seja bibliográfica, seja de campo.

 

·                    Habilidade de ser e conviver: O trabalho pedagógico deverá estar eminentemente, voltado para a construção da autonomia intelectual, pessoal e moral do sujeito, buscando formas para que ele seja a um só tempo, uno único e solidário, cooperativo. Isto é, que cada aluno possa ao seu modo, se comprometer e participar da vida escolar na sua totalidade, contribuindo para a concretização de um projeto coletivo de elaboração de regras, distribuição de responsabilidade e busca de soluções para desafios cotidianos da prática escolar comunitária. Aqui está o valor do trabalho em grupo que pressupõe o trabalho individual como um de seus momentos.

 

8 - MARCO REFERENCIAL


Construindo uma escola com ensino de qualidade.

8.1 – Nosso mundo atualmente


            Vivemos num mundo globalizado onde as relações sociais e a integração entre países visam o consumismo e é unilateral. Países dominantes, com estrutura econômica e comercial estabilizada, usam o sistema de globalização, via internet e tecnologia de ponta para impor aos países periféricos os seus valores, costumes e cultura. Utilizam para isso a ideologia da boa vizinhança e impõem ao mundo a sua língua e sua concepção de mundo. Hoje no Brasil o Inglês e o espanhol são exigências aos brasileiros que, para sobreviverem, desde comprar um cachorro quente a entrar no mercado de trabalho devem saber bem o inglês e o espanhol. Enquanto não tem formação para isso, vão criando neologismo e reinventando a língua como o portunhol, tudo para tentar ser um cidadão em seu país, no qual parece ser um estrangeiro.

            Por conta disso, o processo ensino-aprendizagem está cheio de novas teorias que se esbarram nas péssimas condições oferecidas ao sistema escolar as quais vão desde o espaço físico da escola até a capacitação profissional do educador. Não basta reformar as dependências físicas das escolas, sem dar condições para sua manutenção. É preciso além dos recursos financeiros, recursos didáticos adequados, bibliotecas fartas e atualizadas; laboratórios de informática com máquinas funcionando e conectadas com internet; espaço físico para fazer recreação e eventos culturais; artísticos e iniciação científica; valorização financeira e qualificação profissional da educação: Professor, pessoal de apoio e administrativo e preparação também aos pais que estão inseridos na comunidade escolar. Mesmo diante de tanta necessidade, já se observa algumas tentativas de mudança por parte das escolas que de forma capenga procura inovar fazendo malabarismo com o pouco recurso que lhe chega à mão. Porém espera-se uma participação mais efetiva e sem demagogia por parte do Estado que deve a população brasileira um retorno mais político na área educacional.

            O que se espera enfim é que haja de fato, uma revolução sócio-política e cultural, centrada na prática de cidadania. Descentralizando-se o poder estatal e democratizando as relações sociais de forma que os cidadãos conheçam o seu papel e sintam-se sujeitos na construção de uma sociedade nova, fazendo nascer a partir da educação o novo homem e a nova mulher. Daí o desejo de democratizar o ensino, onde seja construído um Projeto Político Pedagógico em que se tenha claro o papel desses sujeitos, ou seja, que educador e educando queremos construir; que cidadão será e para qual sociedade. Acreditamos que aí começa o nosso primeiro ponto de ação.

9 - HISTÓRICO


9.1 - Marabá


 

O município de Marabá está localizado no sudeste paraense a 440,1 km de Belém, no bioma Amazônia, e possui uma área geográfica de 15.128,37 km2 e uma população de 233.462 habitantes (IBGE Censo, 2010). Faz fronteira com as cidades de Itupiranga, Nova Ipixuna, Novo Repartimento e Rondon do Pará, ao norte; São Geraldo do Araguaia, Eldorado do Carajás, Curionopólis, Parauapebas, ao sul; Bom Jesus do Tocantins, São João do Araguaia, São Domingos do Araguaia, a leste; e São Félix do Xingu, a oeste, de acordo com o Mapa de Localização do município de Marabá.

Dentro de seu limite municipal abriga dois importantes rios, Tocantins e Itacaiúnas, que o seu encontro forma um desenho de “Y” no centro da cidade. A sede municipal possui coordenadas de 49.11 oeste e 5.36 sul (IBGE, 2010) e se divide em cinco núcleos urbanos denominados de: Marabá Pioneira ou Velha Marabá localizada as margens dos rios; Cidade Nova, onde se situa o aeroporto; Nova Marabá onde os bairros recebem o nome de folhas numeradas; São Felix I e II, situados depois da ponte sobre o rio Tocantins e Morada Nova, a 20 km de Marabá (Prefeitura de Marabá, 2010).

 

9.2- Breve Hitórico da Cidade


A origem do nome “Marabá” possui raízes indígena e significa “filho do prisioneiro”, “filho do estrangeiro” ou “filho da índia com o branco” (Prefeitura de Marabá, 2010).

A bacia do Itacaiúnas foi explorada pelos portugueses, desde o tempo da colonização do Brasil no século XVI, contudo somente ocorreu ocupação definitiva na década de 90 do século XIX (Prefeitura de Marabá, 2010).

A partir de um atrito político em 1892, o deputado provincial Carlos Leitão, oriundo de Goiás (atualmente o estado de Tocantins), direcionou-se rumo ao norte. Após receber uma licença em uma entrevista com o Governador do Estado do Grão Pará (atual estado do Pará), ocupou a área denominada Burgo, tendo por finalidade a instalação de uma Colônia Agrícola (JADÃO, 1984).

Já em 1895, na tentativa de descobrir campos naturais para a atividade pecuária, uma expedição de Carlos Leitão descobriu o Caucho nas proximidades do rio Itacaiúnas. A notícia se espalhou com facilidade pelos sertões do Maranhão e do antigo estado de Goiás, promovendo a migração de pessoas para a extração da borracha (JADÃO, 1984).

Em 1897, o maranhense de Grajaú, Francisco  Coelho, observando as vantagens que traria uma casa comercial, instalou na confluência dos rios um barracão simplório, o qual denominou “MARABÁ” em lembrança a sua casa comercial em Grajaú, e também por admirar o poema “MARABÁ” (PDF) de Gonçalves Dias, construindo assim, ao redor desse barracão um pequeno núcleo, de onde iniciou-se o município (JADÃO, 1984).

Em uma outra versão a origem do nome “Marabá” é tupi-guarani. De acordo com Gastão Cruls, “marabá seria toda aquela pessoa que, por algum motivo, se tornasse indesejável na tribo”, incluindo recém-nascidos com defeitos físicos, o qual seu destino era o sacrifício do nascituro marabá. No caso do nascimento de gêmeos, somente o primeiro era considerado normal, enquanto o(s) demais pereciam (JADÃO, 1984).

O poeta maranhense Gonçalves Dias denominou o significado de marabá como “toda pessoa que nascesse do cruzamento do europeu – invasor das terras – com uma índia”. Generalizando marabá seria o “filho da mistura, mestiço” e, segundo a tradição indígena, desprezado pelos demais índios, quando não era sacrificado (JADÃO, 1984).

Apesar de ter sido explorada pelos portugueses ainda no século XVI, a história de Marabá começa no início dos anos 90 do século XIX, com a chegada do goiano Carlos Leitão, e um grupo de seguidores, que explorando as proximidades do rio Itacaiúnas resolveu instalar um "Burgo Agrícola" (1895). A descoberta da presença do caucho (árvore da borracha) na região foi atraindo ainda mais pessoas para explorar a atividade, que foi a primeira grande riqueza de Marabá. Junto com a intensa migração nordestina, em 1898, o maranhense Francisco Coelho da Silva implanta a "Casa Marabá", na junção dos rios Tocantins e Itacaiúnas, onde negociava com extratores do caucho que transitavam pelos rios. Ali, no entroncamento dos dois rios é que a cidade de Marabá tem Início.

Na segunda década de sua história, é quando acontece a emancipação político-administrativa do município (1913). Depois de muita pressão da população local, o governador do Pará na época, Enéas Martins, atende a reivindicação da comunidade local e cria o município de Marabá. Em 1914 toma posse o primeiro intendente eleito, o coronel Antonio da Rocha Maia. Na década de trinta foi quando Marabá se tornou o maior produtor de castanha da região tocantina. Essa exploração econômica, que iniciou em 1927, foi de grande significação histórica para a população local e os moradores da época que ainda estão vivos contam entusiasmados a movimentação no município neste período em função da castanha. Inclusive, até hoje existem casarões abandonados na cidade, que na época serviam para armazenar a castanha. Outro dado importante desta década foi a instalação de uma usina à lenha (1929) para iluminar a cidade; e em 17 de novembro de 1935 o primeiro avião pousou no aeroporto de Marabá, recém inaugurado. Nesse período, a cidade tinha cerca de 1500 habitantes fixos.

Os anos 60 e 70 foram marcados pela busca do desenvolvimento com o início das explorações de minérios na Serra dos Carajás (1966); a aberturada rodovia PA-70 (1969), que liga Marabá à Belém-Brasília; o término do 1º trecho da Rodovia Transamazônica (1971); e a implantação do Projeto Integrado de Colonização (PIC) do Incra, em Marabá. Em 1972, a região é palco da Guerrilha do Araguaia, que se estende ate 1975. A década de 90 revela a maior força econômica de Marabá, que é a produção de ferro-gusa. Em 1988 inicia a instalação das empresas Siderúrgicas, atividade que destacou o município como um dos mais importantes para a economia do Pará. Um acontecimento que não poderia deixar de ser registrado nesta década foi a enchente de 1980, a maior da história de Marabá, quando o Tocantins atingiu 17,42 metros.

Nos anos 2000, de mero exportador de ferro-gusa, nos anos dois mil Marabá dá o primeiro passo para o sonho da verticalização do minério, já que em 2008 é implantada no município a aciaria Sinobras, produzindo vergalhão, arames e telas, entre outros produtos. Em2009, como reflexo da crise mundial, as siderúrgicas de Marabá param suas atividades, já que a produção de ferro-gusa visava principalmente a exportação. Em 2010, a siderúrgica da Vale. Aços Laminados do Pará (Alpa), começa a ser instalada, dando um norte ainda mais promissor para a economia do município, garantindo milhares de empregos e gerando expectativa de inúmeras oportunidades de negócios em torno da Siderúrgica, que é uma das maiores do Brasil.

 

9.3-Aspectos Sociais


·         População

Marabá ocupa o quarto lugar dos municípios mais populosos do Pará com uma população estimada de 233.462 habitantes, ficando atrás apenas de Belém, Ananindeua e Santarém, que possuem população estimada de 1.392.031, 471.744 e 294.774 habitantes, respectivamente (IBGE Censo, 2010).

No gráfico da evolução populacional, pode-se observar a dinâmica do crescimento da população de Marabá nas últimas décadas, bem como no Pará e no Brasil. Os dados mostram que houve um crescimento de 89% da população de Marabá entre os anos de 1990 a 2010, enquanto que no Pará e no Brasil houveram 53% e 30%, respectivamente (IBGE Censo, 2010). Esse fluxo migratório é consequência de sua posição geográfica estratégica e por conta dos atrativos projetos de mineração e de outras atividades econômicas como a implantação da siderúrgica.

O município de Marabá possui uma população urbana de 186.122 habitantes, o que equivale a 79,72%, enquanto que a população rural é de 47.340 habitantes, o que equivale a somente 20,28% da população marabaense (IBGE Censo, 2010).


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9.4- Da Escola e o Bairro


A Escola Municipal de Ensino Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”, começou a funcionar em agosto de l984, com apenas duas salas de aula, nos períodos manhã, intermediário e tarde com as turmas de 1ª, 2ª e 3ª séries.  Devido ser localizada em bairro de invasão, a necessidade de ser ampliada surgia na mesma proporção que a população local aumentava. Devido sua localização, situada no pólo estratégico da Nova Marabá, escola passou a atender também as comunidades adjacentes, principalmente as crianças que saiam das creches cujos pais que tinham dificuldades para encontrarem vaga nas escolas próximas, além de existirem outras crianças da mesma localidade fora da escola.

Inaugurada em 23 de abril de 1984, e reinaugurada em março de 2005. A escola, em sua rede municipal, funciona atualmente com 40 turmas distribuídas nos turnos manhã e tarde com ensino fundamental 1º e 2º segmento, e noite com a Educação de Jovens e Adultos. Hoje encontra-se com biblioteca implantada, para atender a escola e comunidade local, laboratório de informática, sala especial,  e está sob a direção da professora Claudeth Amoury Silva.

Atualmente, na rede municipal, atendemos as turmas:

5º Ano (manhã), 6º ao 9º Ano (manhã/tarde), 3ª e 4ª etapa (noite).

 

Referência Socioeconômica da Comunidade e Recursos Financeiros da Escola

É visível a mudança pelas as quais a escola vem passando nos últimos anos, se quando da sua fundação a escola atendia basicamente aos alunos do km 07, hoje essa realidade já não é mais a mesma, principalmente com o surgimento das invasões urbanas, que ocorreram nas proximidades da escola, que acabam exigindo da escola o atendimento a essa nova demanda de alunos. Mudanças como essas vêm acontecendo devido às lutas da comunidade pela melhoria na qualidade de vida e o atendimento educacional faz necessário nesse processo.

A escola, por conta dessa realidade busca se adequar para atender a uma população que em sua grande maioria trata-se de pessoas de baixa escolaridade e consequentemente baixa renda, muitos deles migraram de outras partes do Brasil, especialmente do Estado do Maranhão, e que encontraram como opção para se estabelecer em Marabá residir em área invasão nas proximidades da linha ferroviária, que hoje corta, como que numa linha imaginária, a área de atuação da escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, sendo parte dos seus alunados residentes no km 07 e outra parte no bairro Araguaia.

São famílias muitas vezes desestruturadas, que em sua grande maioria frequentam a igreja católica ou uma das diversas igrejas evangélicas situadas nas proximidades, que habitam uma localidade que na maioria das vezes não está devidamente urbanizada e sem muitos espaços de lazer nas proximidades e consequentemente apresentam dificuldades na criação e educação de seus filhos, como consequência a escola recebe muitos alunos indisciplinados e que apresentam grandes dificuldades processo de ensino aprendizagem.

Sabe-se também que, a escola ainda enfrenta outras dificuldades como, falta de auditório, videoteca, quadra coberta, salas climatizadas, subsídios esses que acreditamos serem urgentes e necessários para a melhoria do processo ensino - aprendizagem dos educandos dessa instituição escolar.  

É oportuno ressaltar ainda, que durante esses anos a escola vem atendendo os educando com alguns programas e projetos: MEC, SEMED, FUNDESCOLA, Bolsa Família e em 2014 contou com os seguintes valores: PDE Interativo (Plano de Desenvolvimento da Escola) com o Programa Atleta na Escola com o repasse de R$ 3.649,00, PDDE (Plano Dinheiro Direto na Escola) R$ 11.080,00 e Mais Educação com o repasse no valor de R$ 15.150,00, Programa Escola Sustentável com o repasse de R$ 7.000,00.

Portanto, no decorrer dos anos até os dias de hoje pode-se perceber os avanços ocorridos na instituição, tanto na parte física da escola, como na estrutura de formação humana dos que aqui estudam ou prestam serviços.  

9.4.1- Prédio Escolar


Aspecto Físicos

       A Escola Municipal Modelo E. M. E. Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita” ocupa uma área total de 7.201m2, sendo uma área construída de 1.937,5m2 e uma área livre de 5.263,5 m2. Está distribuída entre 03 pavilhões: 13 salas de aulas, laboratório de informática, sala de direção, coordenação, sala de professores, biblioteca, secretaria, banheiros masculino e feminino, depósito, cozinha, sala de vídeo, sala de recurso.

No laboratório de informática temos 01 (um) aparelhos de som, 01 (um) DVD,  03 (três) televisores, 02 (dois) projetor de slide, 01 (um) retro-projetores, 02 (duas) caixas acústicas, 04 (quatro) microfones, 38 (trinta e oito) computadores, 01 (um) câmera digital, 02 (duas) impressoras, 01 (um) Datashow e acesso a internet.

      A Quadra de Esportes sem cobertura com 614,6 m² com tela de proteção de 8 metros de altura. Na quadra de esportes são realizadas também atividades como: As atividades desportivas mais freqüentes são: futsal, queimada, vôlei, handball e atividades de recreação para Educação Infantil. O espaço físico não é adequado para atender todas as atividades diárias, devido ao número de turmas, ás vezes é necessário fazer revezamento de horários e até atender duas turmas no mesmo espaço, enfrentamos transtornos nos períodos chuvosos, além dos vizinhos que por vezes reclamam pois mesmo com a proteção, durante as atividades alguma bolas acabam ultrapassam a proteção e atingem os telhados vizinhos;

9.4.2- Instalações Físicas         


O prédio foi construído para fins escolares, é de alvenaria coberto com telhas de barro, possui 13 salas de aula, dentre outras.

A escola possui:

13- (treze) salas de aula

01- (uma) secretaria

01- (uma) dispensa

01- (um) depósito

01- (uma) cozinha

01- (uma) sala diretoria

01- (uma) sala de arquivo

01- (uma) quadra de esporte

01- (uma) área coberta (refeitório)

01- (um) banheiro femenino (box)

01- (um) banheiro masculino (box)

01-(um) banheiro dos funcionários

01-(uma) biblioteca

01-(um) Laboratório de Informática

 

9.4.3 – Órgão Mantenedor
Prefeitura Municipal de Marabá– PA
Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

9.4.3.1  – Secretaria Municipal De Educação
· Serviços fornecidos pela escola: merenda escolar.
· Recursos Financeiros: PDDE, PDE, Mais Educação (anualmente).

. Apoio a Eventos (festa Junina, formaturas, outros eventos).


9.4.4 – Corpo Técnico, Pedagógico e Apoio Administrativo da Escola:


 

Nome
Função
Formação
Pós Graduação
Alex Moutinho Taveira
Regência / História
História
 
Alex Sandra dos Santos Lima
Regência / Matemática
Matemática
 
Ana Cleide Silva Araújo
Regência / L. Portuguesa
Letras
 
Ananias de Andrade Neto
Regência / L. Inglesa
Letras
 
Antonio Augusto Martins Neto
Regência / Ciências
Ciên. Biológicas
 
Antonio Luis de Oliveira
Regência / L. Inglesa
Letras
 
Carlos Eduardo Galvão da Costa
Coord. Pedagógico
Pedagogia
 
Claudeth Amoury Silva
Diretora
Pedagogia
Gestão e Orientação Educacional
Cleudimar Lima Silva
Regência / L. Portuguesa
Letras
Língua Portuguesa e Literatura
Deise da Silva Lobo
Regência / Ciências
Ciên. Biológicas
Educação de Jovens e Adultos
Edcleis Alves de Sousa
Regência / L. Inglesa
Letras
 
Edileusa Alves Porto Macedo
Regência / L. Portuguesa
Letras
 
Elias Costa dos Santos
Regência / Matemática
Matemática
 
Elienie Paula  Pryscilla Silva
Regência / Ed. Geral
Pedagogia
 
Elvira Miranda de Oliveira
Regência / Matemática
Matemática
 
Francisca Ribeiro de Souza
Regência / Matemática
Matemática
 
Francisca Simone Rocha Araújo
Regência / Artes
Letras
Gestão Escolar / Artes
Gardênia de Alencar Camorim
Regência / Ed. Física
Ed. Física
 
José Cleber Lima Rabelo
Regência / Ed. Física
Ed. Física
Gestão e Orientação Educacional
José Viana de Sales
Regência / História
História
Educação Social
Josenilson Souza Santos
Regência / Matemática
Matemática
 
Katiana Nogueira de Carvalho Leal
Aux. Secretaria(Readaptada)
Pedagogia
 
Leude Maria Pereira
Regência / Matemática
Matemática
 
Manoel Aquino da Silva
Vice-diretor
Pedagogia
 
Manoel Pereira Neto
Sala de Leitura
Letras
 
Márcia Iolanda Figueira Resplandes
Regência / Ed. Geral
Pedagogia
 
Maria da Conceição Ramos Sousa
Regência / Ed. Geral
Pedagogia
 
Maria das Neves Lopes Paixão
Coord. Pedagógica
Pedagogia
 
Maria de Jesus Pereira da Silva
Sala de Leitura
Pedagogia
 
Maria Inês Ferreira dos Santos
Regência / L. Portuguesa
Letras
 
Maria Ivaldeci Rodrigues Santana
Sala multifunctional
Pedagogia
 
Marlúcia Martins Cabral
Regência / Ciências
Ciên. Biológicas
 
Nilza Lima Marinho
Regência / Est. Amaz.
Geografia
 
Raika Giuliane Barreto da Silva
Regência / L. Portuguesa
Letras
 
Raimunda Pereira Lopes
Sala Multifuncional
História
Educação Especial
Rogério Pereira Marques
Laboratório informática
Matemática
Tecnologia na Educação
Rosângela Valéria F. dos Santos
Orientadora Educacional
Pedagogia
Psicopedagogia
Sara Bezerra da Silva
Regência / Ciências
Ciên. Biológicas
 
Selma Miranda de Souza
Regência / Geografia
Geografia
Gestão e Educação Ambiental
Sidnei Silva e Silva
Coord. Pedagógico
Pedagogia
 
Simone Maria Moraes Cruz
Sala de leitura/Lab.
Letras
Educação Especial
Thyago dos Santos Gomes
Regência / Matemática
Matemática
 
Wanessa Soares Tavares
Regência / Ed. Geral
Pedagogia
 
Wellington Jacks Aguiar da Silva
Regência / História
História
 

 

 

APOIO:

Nome
Função
Alessandra de Queiroz Silva
Auxiliar de Serviços Gerais
Antonio Cícero de Miranda
Agente Portaria
Antonio Teixeira da Silva
Agente Portaria
Aurizete Francisca Costa Pereira
Auxiliar de Serviços Gerais
Dhyêmytha Alves Souza
Auxiliar de Serviços Gerais
Eudafran Saraiva Dias
Auxiliar Secretaria
Evaldina Carvalho da Silva
Auxiliar de Serviços Gerais
Isabel Cristina Ribeiro de Araújo
Auxiliar de Serviços Gerais
Jacieli de Oliveira Sobrinho
Merendeira
Janaína Barbosa da Silva
Auxiliar de Serviços Gerais
Janete dos Santos Rabelo
Auxiliar Secretaria
Liliania Miranda Portela
Auxiliar de Serviços Gerais
Márcio Luzianne Bentes Dias
Agente Portaria
Maria Arlete Barbosa Cruz
Auxiliar de Serviços Gerais
Maria da Conceição Dias da Silva
Auxiliar de Serviços Gerais
Maria de Jesus Ferreira da Silva
Merendeira
Maria de Jesus Vicente Oliveira
Merendeira
Maria de Sousa dos Santos
Auxiliar de Serviços Gerais
Maria do Espírito Santo Feitosa Lima
Auxiliar de Serviços Gerais
Maria Nazaré de Oliveira
Auxiliar de Serviços Gerais
Maria Valbene Silva Lima
Auxiliar de Serviços Gerais
Marinalva da Silva Brito
Agente Portaria
Marízia dos Santos Rabelo
Assistente Administrativo
Maura Martins de Freitas
Merendeira
Miriah Honório Vieira
Agente Portaria
Nilda Costa de Souza
Auxiliar de Serviços Gerais
Nilde Carvalho
Auxiliar de Serviços Gerais
Simone Reis Leão
Merendeira
Ueliton Gomes de Oliveira
Assistente Administrativo
Vanessa Kelly Silva da Costa
Merendeira
Vilma Alves da Silva
Auxiliar de Serviços Gerais

9.5 – Órgão de Representação Comunitária


Conselho Escolar

O Conselho Escolar, com personalidade jurídica, é um órgão de deliberação coletiva, sem fins lucrativos, de duração indeterminada e vinculada à Secretaria Municipal de Educação. Todos os segmentos da Comunidade Escolar terão representatividade no Conselho Escolar, através de eleição secreta ou por aclamação.

Considera-se Comunidade Escolar o conjunto formado por alunos, professores, pessoal técnico e administrativo, pais, mães ou responsáveis legais, pelos alunos matriculados frequentes.

O Conselho Escolar visa ao desenvolvimento das atividades de ensino, dentro do espírito democrático, assegurando a participação dos segmentos da Comunidade Escolar na discussão das questões pedagógico-administrativo-financeiras.

O Conselho Escolar é um órgão representativo de toda a Comunidade Escolar, tendo por objetivos:

  • Promover entrosamento da Escola com a comunidade;
  • Participar das decisões sobre o funcionamento da Escola;
  • Participar do Planejamento Curricular a fim de garantir conteúdos que atendam aos anseios da comunidade e respeitem suas raízes culturais;
  • Dialogar com a Secretaria Municipal de Educação e com a comunidade, buscando apóio para o bom andamento das atividades educacionais;
  • Supervisionar e colaborar com funcionários administrativos, professores, alunos, Diretor e demais responsáveis pela Escola, no cumprimento de seus deveres para com a educação;
  • Incentivar e participar das comemorações e demais acontecimentos cívicos e culturais;
  • Conhecer e observar as normas do Regimento Escolar, propor alterações e encaminhá-las à respectiva Unidade Regional de Ensino.

Caracterização do Conselho

Conselho escolar da Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”

Ø    Representante da Direção: Claudeth da Silva Amoury

Ø    Representante dos pais: Luilza Alves da Silva

Ø    Representantes dos alunos: Karolaine Lopes de Sousa

Ø    Representante de apoio: Evaldina Carvalho da Silva

Ø    Representante dos Professores: Rosângela Valéria Fortunato dos Santos

Ø    Presidente: Claudeth Amoury Silva;

Ø    Secretária: Eudafran Saraiva Dias;

Ø    Tesoureiro: Alex Moutinho Taveira

9.6 – Recursos Financeiros


Uma vez por ano a Escola recebe a verba do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), que é destinada a compra de materiais permanentes e de consumo.

 

9.7– Descrição da Realidade


 

          Hoje nossa escola comporta aproximadamente 1.300 alunos, é assistida pela atual administração do Prefeito João Salame Neto e o Secretário de Educação Pedro Souza e a coordenadora de Ensino Florípedes Amaral. Seus trabalhos prosseguem sob a gestão da Professora Claudeth Amoury Silva.

Atualmente ministra Ensino Fundamental de 5º a 9º Ano e Curso Educação de Jovens e Adultos. A Escola Municipal Modelo também passou a ser uma escola inclusiva oficialmente desde o ano de 2009, embora já atendesse alunos com necessidades especiais, contamos com atendimento psicológico, tecnológico, (fora da escola).

Atualmente se percebe um ponto importante no desenvolvimento da educação praticada nesta escola: a equidade, isto é, aqui se busca propiciar as condições de acesso, permanência e sucesso do processo educacional.

Está em nossas mãos, educadores, pais e outras pessoas da sociedade de hoje, estabelecer uma nova forma de vida inspirada em uma cultura de paz, amor, cooperação, disciplina, justiça, esperança, lealdade, otimismo, comprometimento e sucesso. 


9.7.1-Pontos Fortes da Escola

- Informatização da escola/Internet;
- Construção e Aplicação do Regimento Escolar Interno;
- Envolvimento da equipe docente nos projetos da escola e da Semed.
- Equipe docente qualificada;
- Bom relacionamento humano, etc;
- Apoio Pedagógico;
- Liderança forte;
- Experiência acumulada;
- A escola possui um bom sistema de informações gerenciais;


9.7.2-Pontos Fracos da Escola


 

- Baixa participação dos pais nos momentos relevantes para o sucesso escolar dos filhos;
- Ausência de Auditório;
- Indisciplina dos alunos que influencia diretamente no rendimento geral da escola;

- Quadra sem cobertura;

 

Problemas que devem ser atacados prioritariamente
- Diminuir o índice de reprovação no Ensino Fundamental;
- Formação Continuada para professores da Educação Infantil e 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental;
- Diagnóstico no Ensino Fundamental;
- Fortalecer a relação entre escola/família;
- Fortalecer o ensino inclusivo;
- Projetos de intervenção (para garantir o ensino aprendizagem de qualidade);
- Reavaliar o sistema avaliativo (para avaliar com objetivo voltado para ação-reflexão-ação, para garantir um processo avaliativo justo)


10 – DADOS SOBRE APRENDIZAGEM


 

Os referentes ao desempenho dos nossos educandos no ano de 2013 são promissores apesar de apresentar alguns pontos que merecem uma atenção diferenciada, de acordo com cada modalidade de ensino:

Para o primeiro segmento o IDEB para 2013 não foi divulgado, no entanto, nota-se que esse previa um índice de 4.0, no entanto, já em 2011 a escola apresentou um índice de 4.1          que apesar da queda em relação a avaliação anterior já supera a expectativa para 2013 conforme a imagem a seguir:

 


 

Com o término do ano letivo, o primeiro segmento apresentou um ótimo aproveitamento, onde foram matriculados durante o ano 198 nessa modalidade de ensino, houve 36 desistências, com a aprovação de 145 alunos. Os gráficos abaixo demonstram o aproveitamento desse segmento:

 


 


 

 

Os dados demonstrados acima nos motiva a acreditar que a próxima avaliação do IDEB apresentará uma evolução no aproveitamento nessa modalidade de ensino. 15% de desistências ou cancelamentos de matrículas é um índice baixo quando comparado a outras modalidades de ensino. No entanto, o dado mais promissor observado é o percentual de aprovação que chegou a 90% conforme o gráfico demonstra.

Em relação ao segundo segmento o desempenho dos nossos educando tem apresentado um crescente crescimento na avaliação do IDEB entre 2005 e 2011 com uma queda em 2013, apresentando, no entanto, um resultado superior ao projetado para a escola em 2013, que assim se torna um indicador positivo do trabalho realizado na escola conforme demonstrado na imagem a seguir:

 


 

O desempenho para esse segmento em ralação ao seu aproveitamento escolar também são promissoras, embora a avaliação realizada do desempenho dos alunos do segundo segmento não tenha sido tão satisfatória quanto o desempenho registrado para os alunos do primeiro segmento. Os gráficos abaixo representam o desempenho dos alunos do segundo segmento em 2013.

 


 


 

Percebe-se que o índice de abandono/desistência do segundo segmento em relação ao primeiro sofreu uma pequena elevação de 15% (primeiro segmento) para 17% (segundo segmento). No entanto, o dado mais preocupante é apresentado no gráfico seguinte que apresenta um aproveitamento de apenas 79% dos alunos no término do ano letivo, um índice bem abaixo do apresentado pelo alunos no primeiro segmento que chegou a 90% de aproveitamento.

Esse aproveitamento inferior está principalmente relacionado ao baixo desempenho dos alunos do 6º Ano que encontram dificuldades de se adequar a essa nova realidade, diversos professores para diversas disciplinas, uma realidade diferente da encontrada por eles no ano anterior quando estavam no primeiro segmento.

Também relaciona-se a dificuldade de leitura e interpretação desses mesmos alunos, que agora, no segundo segmento são bem mais exigidos do que no ano anterior.

Na modalidade EJA , encontramos uma realidade diferente dos segmentos anteriormente analisados. Veja no Gráfico a seguir.

 


 


 

Como pode-se perceber no gráfico acima o dado mais preocupante refere-se a quantidade de alunos que por algum motivo abandonam desistem de estudar na escola, chegando a 35% dos alunos que realizam sua matrícula na escola.

No entanto, nessa modalidade de ensino esse evento, a cada ano que passa tem se demostrado cada dia mais comum, estando relacionada principalmente a dificuldade encontrada por esses alunos que por muitas vezes trabalham durante o dia e estudam durante a noite.

Outro fator seria o fato de muitos desses alunos estarem fora do sistema de escolarização a alguns anos, sem ritmo de estudo, que logo nos primeiros desafios apresentados a eles optam por desistir novamente da chance de finalizar o ciclo de estudos do ensino fundamental.

De outra forma, para aqueles que optam por finalizar o ano letivo percebemos um aproveitamento muito bom, se assemelhando ao aproveitamento dos alunos do primeiro segmento, chegando a 89% de aproveitamento, um índice muito bom para esse nível de escolarização.

De modo geral a escola apresentou um bom aproveitamento geral no ano de 2013. Os gráficos abaixo demonstram esse desempenho.

 


 


 

Os dados demonstram que 20% dos alunos que solicitaram matrícula na escola, por algum motivo não finalizou o ano letivo matriculado na escola. Dos alunos que finalizaram o ano letivo de 2013 na escola 82% obtiveram exito e foram promovidos para o ano seguinte de escolarização. O que representa um bom índice diantes das limitações enfretadas pela escola de modo geal. No entanto, temos a consciencia de que esses resultados podem ser apresentados de formas ainda mais satisfatória.

 

11 – COMPETÊNCIAS POR ÁREA DO CONHECIMENTO


 

            LÍNGUA PORTUGUESA:

            Ensino Fundamental:

.  A compreensão de que a língua se realiza no uso e práticas sociais;

. Capacidade de leitura, produção e interpretação dos diferentes tipos de textos que circulam na sociedade;

. Compreensão e uso da língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade;

                       

            LÍNGUA ESTRANGEIRA

            Ensino Fundamental:

. Identificar no universo que o cerca as línguas estrangeiras que cooperam nos sistemas de comunicação, percebendo-se como integrante de mundo plurilíngüe;

. Reconhecimento de que o aprendizado de uma ou mais línguas lhe possibilita o acesso a bens culturais construídos por outros povos;

. Valorização do conhecimento de outras culturas como forma de compreensão do mundo em que vive.

 

MATEMÁTICA

            Ensino Fundamental:

. Reconhecimento de que a matemática é uma atividade interdisciplinar presente no contexto social, histórico, político e econômico da humanidade;

. Compreensão e valorização dos conhecimentos matemáticos para representar, comunicar e resolver diferentes situações-problemas;

. Leitura e interpretação de dados organizados em gráficos e tabelas.

                       

            CIÊNCIAS:

            Ensino Fundamental:

. Formulação de questões, diagnósticos e proposta de solução para problemas reais a partir de elementos das Ciências Naturais;

. Combinação de leituras, observações, experimentações, registros, etc., para coleta, organização e comunicação de fatos e informações;

. Valorização do trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e cooperativa para a construção coletiva do conhecimento;

. Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos.

 

HISTÓRIA:

Ensino Fundamental:

- Observação da realidade numa perspectiva histórica, relacionando o presente e o passado e a influência no cotidiano histórico do aluno:

- Conhecimento e análise da importância da herança cultural como legado da humanidade:

 -Compreensão das ideologias e ações nos aspectos; político, religioso, econômico, cultural e ambiental.

           

GEOGRAFIA:

Ensino Fundamental:

- Compreensão da realidade local e sua contextualização no espaço global, diferenciando seu lugar dos diversos lugares que constituem o mundo, percebendo como a comunidade se identificam com os lugares e se apropria deles;

- Identificação e reflexão sobre as diversas formas de relação do homem com a natureza e suas implicações;

- Entendimento de que o estudo e compreensão da realidade brasileira são fundamentais para o exercício da cidadania.

 

ESTUDOS AMAZÔNICOS

Ensino Fundamental

- Conhecimento do espaço amazônico a partir da perspectiva regional compreendendo a relação do homem com a natureza:

- Compreensão dinâmica do processo produtivo dos ciclos extrativista:

-Compreensão da Regionalização do Espaço Geográfico como conseqüência na modificação política, social e econômica.

 

ARTES

Ensino Fundamental:

- Experimentação e exploração das possibilidades da linguagem artística (Visual, Dança, Música e Teatro);

- Compreensão e utilização da Arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal ou coletiva;

- Observação da relação entre Arte e realidade, refletindo, investigando, exercitando a discussão, a sensibilidade, e a imaginação.

 

EDUCAÇÃO FÍSICA:

Ensino Fundamental:

- Reconhecimento da importância da atividade física para o bem estar do individuo;

- Compreensão e doação de atitudes de cooperação e respeito mútuo;

- Crítica à violência que ocorre no esporte entre os atletas, torcida e na comunidade em geral.

 

EDUCAÇÃO RELIGIOSA

Ensino Fundamental:

- Visão de mundo onde prevaleça o respeito, a harmonia e a solidariedade;

- Atuação de forma participativa e transformadora, colocando-se a serviço do bem comum na defesa e preservação do meio ambiente;

- Reflexão sobre a importância de uma vida saudável, percebendo-se como ser social e responsável pela construção de uma sociedade em que está inserido.

 

            INFORMÁTICA EDUCATIVA

            Ensino Fundamental:

            - Compreensão dos princípios tecnológicos e suas relações integradoras;

- Respeito às identidades e as diferenças;

-Utilização das diversas linguagens como meio de expressão, comunicação e informação.

 

            EDUCAÇÃO ESPECIAL:

            Quem são os alunos com necessidades educacionais especiais?

            O conceito de necessidade educacional especial vem sendo discutido em vários âmbitos da educação sendo posteriormente ampliados e entendidos prioritariamente, como alunos que apresentam altas habilidades (superdotados), condutas típicas de síndromes e quadros neurológicos, psicológicas ou psiquiátricas ou então significativas diferenças físicas sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, de caráter temporário ou permanente e que, em interações sócio-ambientais resultam em necessidades educacionais especiais diferentes da maioria das pessoas que requer uma dinâmica própria na ação ensinar-aprender. No entanto, esses fatores não são determinantes para o sucesso ou fracasso escolar. O que vai determinar essas questões é a qualidade do atendimento educacional.

 

12 – METODOLOGIA ADOTADA NA ESCOLA


            Entende-se que a escola é uma instituição educacional que necessita ter o seu dia-a-dia planejado, com propostas sistematizadas viáveis e flexíveis, tendo em vista, que a educação acontece em parceria com a realidade que nos rodeia.

            Buscando sempre realizar um trabalho que se identifique com a realidade da educação e tendo em vista a complexidade da prática educativa é necessário que tenhamos como princípio básico inovar e enriquecer o processo de promover o ensino-aprendizagem.

            Para se fazer um ensino de qualidade é necessário que o professor faça uma auto-reprogramação de seus próprios conhecimentos e de todo o processo de ensino, incentivando-o na busca de mais estratégias para melhorar sua atuação na sala de aula. Mediante isso, ele passa a ser não o professor, mais o mediador. Aquele que facilita a aprendizagem, levando o aluno a pesquisar, refletir, questionar e analisar situações, para posteriormente alcançar resultados positivos tornando-o um ser participativo e crítico dentro do meio em que vive.

            Nesse contexto a E.M.E.F “Dr. Inácio de Sousa”, possui uma equipe técnica pedagógica completa, que planeja atividade intra e extraclasse, procurando estratégias que na sua operacionalização, insere desafios com ações facilitadoras do processo ensino-aprendizagem.

            A organização e sistematização do processo ensino-aprendizagem busca sempre inserir na metodologia pedagógica os temas transversais, os projetos, organizada de acordo com a nossa necessidade e realidade pelos professores e equipe pedagógica da escola.

            Não adotamos metodologia específica, procuramos inovar, dinamizar, não deixar que a rotina tire o incentivo do aluno e procuramos resgatar o conhecimento em todas as áreas do ensino, procurando trabalhar de forma interdisciplinar, através de projetos e a feira científica, que já faz parte do currículo da escola.

 

13 - REGIMENTO ESCOLAR INTERNO


Um dos pontos fortes da escola está na aplicação do seu Regimento Interno Escolar, que se trata de um documento descrevendo as regras que definem a organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar da instituição, estabelecendo normas que deverão ser seguidas para na sua elaboração, como, por exemplo, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente. Define os objetivos da escola, os níveis de ensino que oferece e como ela opera. Dividindo as responsabilidades e atribuições de cada pessoa, evitando assim, que o gestor concentre todas as ordens, todo o trabalho em suas mãos, determinando o que cada um deve fazer e como deve fazer.

O Regimento surgi como reflexão que a escola tem sobre si mesma, porém, deve estar de acordo com a legislação e a ordem que é aplicada no país, estado e município. Ele é um o documento administrativo e normativo dessa unidade escolar, fundamentado na proposta pedagógica e coordena o funcionamento da escola, regulamentando ações entre os representantes do processo educativo. Ele é baseado em um texto referencial e em princípios democráticos, adotados pela Secretaria Municipal da Educação que são a base para promover a discussão, a reflexão e a tomada de decisão pelos membros da escola, buscando respostas às questões referentes ao processo de ensino e aprendizagem.

Entendemos que toda instituição deve possuir um conjunto de normas e regras que regulem a suas propostas explicitadas em um documento que deve está disponível para a consulta de toda a comunidade escolar.

O Regimento está de acordo com uma proposta de gestão democrática, possibilitando a qualidade do ensino, fortalecendo a autonomia pedagógica e buscando a valorização da participação da comunidade escolar que poderá ser representada através dos órgãos colegiados, como, por exemplo, o Conselho Escolar e o grêmio estudantil. Outro objetivo do Regimento é o cumprimento das ações educativas estabelecidas no Projeto Político-Pedagógico da escola.

 

14 - AVALIAÇÃO


            A avaliação entendida como um processo de permanente acompanhamento do desenvolvimento global do aluno, mais que em qualquer outra proposta, voltada para a construção da cidadania, a avaliação tem um papel de extrema relevância. Ela não apenas permite acompanhar o desempenho progressivo das competências e habilidades dos alunos, como deve informar ao professor e à escola o quanto o seu trabalho é eficaz, no sentido de possibilitar ao educando progredir em direção ao objetivo proposto.

Nessa perspectiva a avaliação não pode continuar centrada apenas no produto e servir unicamente para decidir sobre a promoção ou retenção do aluno, mas ser reveladora de todo um processo, oferecendo ao professor um diagnóstico dos efeitos do seu trabalho com os alunos. O ato de avaliar implica, antes de tudo, na disposição de acolher. Na educação, estamos trabalhando com uma pessoa, importa acolhê-la na sua totalidade, como ser humano, e não apensas na aprendizagem específica que estamos avaliando.

            Neste contexto, a avaliação apresenta as seguintes características:

·         Diagnóstica: A avaliação deve ser investigativa, ou seja, ela deve coletar dados relevantes, essenciais, que configurem o estado de desenvolvimento do educando, para indicar aquilo que estamos pretendendo avaliar;

·         Contínua: a avaliação não é um momento dissociado da aprendizagem, mas integra todo o trabalho de formação do sujeito, num permanente processo de ação-reflexão-ação, identificando avanços, dificuldades e propostas de intervenção pedagógica.

·         Participativa: a avaliação não é um ato solitário do professor, mas envolve que todos os atores educativos num movimento recíproco de auto e hetero-avaliação, neste sentido são também chamados de dialógica.

·         Diversificada: a avaliação deve utilizar instrumentos variados, adequados aos diferentes aspectos e à especificidade do trabalho desenvolvido. Isto implica que os instrumentos sejam adequados ao tipo de conduta e de habilidade que estamos avaliando; aos conteúdos que realmente foram desenvolvidos no processo de ensino-aprendizagem; à clareza e à precisão da comunicação e, finalmente, ao processo de aprendizagem do educando.

 

Todos esses aspectos conferem à avaliação um caráter formativo. Ela não apenas tem a função de avaliar o processo de formação do aluno e de intervenção do professor, mas também a prática curricular e a função social e cultural da escola.

Nesse contexto avaliar não é simplesmente medir. Avaliar envolve o levantamento de informações sobre a aprendizagem dos alunos que devem ser analisadas considerando os interesses e objetivos do plano de ensino.

Para iniciar uma avaliação do rendimento escolar três questões devem orientar o trabalho docente: Para que avaliar, o que avaliar, e como avaliar. A avaliação do aluno em sala de aula tem como propósito promover o aperfeiçoamento de ensino que está  sendo oferecido. Avaliar-se para identificar as necessidades e prioridades, situar o professor e o aluno no percurso escolar.

Nesse sentido a avaliação do rendimento escolar permite ao professor refletir sobre suas intenções, sobre seu papel, os limites de sua ação e as condições que terá para interferir na educação de seus alunos.

Considerando o que prevê o Artigo 24 da LDB-9394/96, adotamos uma avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, bem como as preferências aos estudos de recuperação com acompanhamento contínuo do rendimento escolar dos alunos.

Nessa perspectiva a avaliação do aluno deve estar voltada para:

·         Atividades que levam a reflexão, a crítica e a construção de conhecimento no processo educativo;

·         Ênfase ao essencial;

·         Contextualização das temáticas abordadas;

·         Definição clara do que se quer avaliar;

·         Continuidade dia após dia;

·         Avaliação do aluno como um todo.

 PROCEDIMENTOS

 No processo ensino-aprendizagem, o professor utilizar-se-á de uma diversidade de procedimentos para avaliar o desempenho do aluno, tais como: testes, provas, tarefas individuais e grupais, observações escritas, pesquisas, seminários, painéis, relatórios, análises de situações problemas, trabalho em grupo, aplicações do conhecimento em situações problema, experiências, debates, mesa redonda e outros.

Nesse sentido, ao avaliar o professor deverá:

·         Coletar, analisar e sintetizar de forma mais objetiva possível as manifestações das condutas cognitivas, afetivas, psicomotoras dos educando, produzindo uma configuração do efetivamente aprendido.

·         Reiterar imediatamente a aprendizagem caso sua qualidade seja insatisfatória e se competências e habilidades que estejam sendo construídas não alcancem  os objetivos desejados;

·         Selecionar procedimentos de leitura adequados a diferentes objetivos e interesses (estudos, formação pessoal, entretenimento, realização de tarefas) e a característica do gênero e suporte.

CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO

·         Participação;

·         Tarefa de classe e extraclasse;

·         Assiduidade;

·         Organização dos cadernos;

·         Conteúdos atitudinais;

·         Conselho de classe.

TRABALHO:

·         Seminários;

·         Produção de textos;

·         Júri simulado;

·         Debates;

·         Painéis;

·         Relatórios;

·         Análises de situações problemas;

·         Experiências;

·         Mesa redonda;

·         Estudos dirigidos e outros.

SUGESTÕES DO QUE PODE SER AVALIADO:

            Nos Trabalhos:

·         Avaliação em grupo;

·         Avaliação individual;

·         Avaliação de atitudes;

·         Avaliação do aspecto cognitivo;

·         Auto-avaliação;

·         Citar obras consultadas (orientação do professor, para poder cobrar nos trabalhos).

NA PRODUÇÃO TEXTUAL:

·         Adequação ao tema;

·         Coerência das idéias;

·         Uso adequado dos conectivos;

·         Seguir a tipologia textual;

·         Inferência textual;

·         Argumentação e defesa de idéias;

·         Paragrafação e elementos gramaticais.

TESTE DIAGNÓSTICO MENSAL:

            Atividades desenvolvidas a partir dos conteúdos trabalhados em sala de aula, selecionados a critério do professor.

            Sugerimos sua realização com o objetivo de diagnosticar o que não foi aprendido pelos alunos, a partir das retomada dos conteúdos de acordo com as necessidades diagnosticadas.

 

PROVA BIMESTRAL:

            TIPOS:

·         Escritas: Subjetiva e Objetiva;

·         Práticas;

·         Orais.

 

QUESTÕES SUBJETIVO-DISCURSIVAS:

            Fazer boas questões discursivas é mais difícil do que se imagina. Por isso, propomos uma série de sugestões que podem contribuir para melhores resultados.

·         Comece tornando bem claro na sua mente a finalidade da prova (diagnóstica, seleção, revisão etc.).

·         Utilize questões de respostas abertas;

·         Planeje a prova com antecedência (e não num intervalo entre aulas);

·         Prepare o esquema básico da prova, nele especificando com precisão os resultados da aprendizagem que quer verificar;

·         Sempre prefira empregar questões nas quais o aluno possa mostrar o que realmente aprendeu.

QUESTÕES OBJETIVAS:

·         Abordar apenas assunto de importância. Evite incluir questões de pura memorização;

·         Levar em conta a reação dos alunos à questão. (perguntas do tipo cilada concorrem para o desinteresse do aluno e a sua justa insatisfação);

·         Prevê apenas uma resposta certa para cada questão;

·         Colocar a dificuldade no conteúdo e não na forma de apresentação da questão.

PRÁTICAS:

CARACTERIZAÇÂO:

·         Execução de tarefa real ou simulada;

·         Julgamento durante toda a execução;

·         Aplicação individual;

·         Julgamento do produto final;

·         Aplicação coletiva.

ORAIS:

·         Individuais – argüição sobre pontos sorteados na hora ou sobre pontos previamente preparados.

·         Em grupo – discussão entre participantes ou debate em seminários.

Além dos instrumentos citados, sugerimos:

O portfólio por constituí-se, tanto para os alunos como para os professores, como uma coleção de trabalhos que conta a história de seus esforços, progresso, desempenho, criações, dúvidas etc., um instrumento de registro que serve para avaliação dos processos. Além de servir como um instrumento de auto-avaliação e de registro da memória dos processos, o portfólio serve também como instrumento de comunicação com os pais e/ou responsáveis.

            Já mencionada anteriormente, a auto-avaliação do ensino, feita pelo professor e auto-avaliação da aprendizagem, feita pelo aluno, é uma prática ainda distanciada do processo avaliativo. No entanto, é um excelente exercício individual e de grupo para a formação de sujeitos autônomos, críticos e compromissados.

            Outro aspecto importantíssimo à avaliação são os Conselhos de Classe. É um espaço que precisa ser otimizado e sua função resgatada porque é um espaço valioso para discutir os avanços e as dificuldades dos alunos e dos grupos; para troca entre os professores que trabalham com a(s) mesma(s) turma(s); para resgatar a dimensão coletiva do trabalho docente.

             

15 - RECUPERAÇÃO


               Sabemos que não existe um único culpado pelo fracasso escolar, mas um conjunto de coisas ou de situações que estagna ou regride a abrangência da aprendizagem do aluno.

               Para os leitores e escritores iniciantes, torna-se um procedimento mais complexo, porque ainda não se apropriaram do prazer da leitura e da escrita, na sua grande maioria a convivência com o mundo da leitura e da produção escrita, se inicia na escola.

            A escola busca sempre um ideal comum, fazer com que todos os alunos aprendam. O compromisso do educador com a aprendizagem do aluno é cotidiano. Contudo nem todos conseguem resultados positivos.

            A recuperação para os alunos em defasagem no desenvolvimento de aprendizagem é imprescindível e é também um paradigma do sistema escolar, pois tem que diagnosticar níveis de transição de aprendizagem dos mesmos para um melhor desempenho e para alcançar um melhor resultado.

 

            ORIENTAÇÕES GERAIS – segundo a LDB 9394/96. Art.24.§V, Alínea ”a” e Regimento Escolar das Escolas Públicas do Estado do Pará, Resolução 767/98-CEE e Resolução 05/98-CME, o processo de recuperação terá caráter de reforço de aprendizagem com o objetivo de proporcionar ao aluno nova oportunidade de rever conhecimentos não assimilados dos semestres letivos.

Os estudos de recuperação dar-se-ão em regime semestral, sendo que no primeiro semestre será realizado dentro do período letivo e segundo fora do período letivo;

·                    É permitido ao aluno realizar estudos de recuperação em todas as disciplinas no primeiro semestre e, máximo em quatro, no segundo semestre;

·                    O período de recuperação será de 15 dias letivos por semestre, sendo de 6º ao 9º anos, deve ser obedecida à carga horária semanal da disciplina, multiplicando-se essa por três, o que corresponderá a três semanas letivas;

·                    No primeiro semestre todos os alunos deverão freqüentar as aulas de recuperação;

 

16 – PLANO DE AÇÃO

Metas
Ações



a)      Envolver os pais nas atividades realizadas na escola;
· Promover gincanas culturais e esportivas;
· Realizar palestras envolvendo os temas: drogas, DSTS, segurança, doenças epidemiológicas;
· Projetos de ensino envolvendo os pais;
· Realizar exposições das atividades realizadas com os alunos, em reuniões e nos conselhos de classe.

b) Incentivar o resgate dos valores morais e minimizar a indisciplina na escola;
· Promover momentos de reflexão, tendo como apoio os equipamentos tecnológicos;
· Trabalhar com filmes e músicas que desperte o respeito mútuo;
· Promover trabalhos de campos, que evidencie as consequências de atitudes indisciplinadas e/ou infracionárias;
· Solicitar junto a SEMED apoio para a conclusão das ações;
· Convidar pessoas da comunidade para dar depoimentos e testemunho de vida;

· Promover atividades de valorização do espaço escolar com alunos indisciplinados;

c) Elevar a qualidade do ensino aprendizagem;
· Realizar projetos envolvendo as datas cívicas e comemorativas, com temas de acontecimentos emergenciais conforme a necessidade do momento;
· Solicitar apoio a SEMED de cursos e oficinas pedagógicas de aprimoramentos e capacitação ao corpo docente;
· Promover gincanas na área de matemática;
· Participar dos programas direcionados pelo MEC;
· Promover grupos de estudo com o corpo docente;
· Envolver professores e alunos em atividades culturais extra às atividades de rotina escolar;
· Realizar diagnósticos e análises de dados do desempenho acadêmico;
· Promover projetos de leitura, escrita e cálculos;
· Solicitar apoio junto a SEMED, curso de aprimoramento no atendimento aos alunos com necessidades especiais.

d) Fortalecer o relacionamento Escola e Comunidade;

·Trabalhar a comunidade escolar conceitos de respeito, disciplina, responsabilidade, ética, amor ao próximo e outros;
· Abordar os temas transversais;
· Promover momentos de reflexão e palestras educativas que possam contribuir com a conscientização da comunidade escolar;
· Aplicar dinâmicas de grupo;
· Desenvolver projetos relacionados à ética, disciplina, responsabilidade e respeito mútuo.


e) Valorizar dos eventos educativos e recreativos como forma de aprendizagem;
· Promoção de eventos educativos por ocasião de datas cívicas e comemorativas relacionados ao: Meio Ambiente, Carnaval, Páscoa, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Dia do Estudante, Independência do Brasil, Dia das Crianças, Aniversário de Marabá, Dia dos Professores, Natal; através de: Teatros, Excursões Culturais, Gincanas, Olimpíadas, Feira Cultural, Mostra Científica e Folclórica, Comemorações e Exposições de trabalhos em todas as áreas do conhecimento.

 

17 - PROJETOS E PROGRAMAS QUE A ESCOLA DESENVOLVE



· Projeto: Aniversário da Cidade

Objetivos:
- Desenvolver o espírito cívico (cidadania);
- Estimular o interesse pela história da cidade;
- Perceber as mudanças ocorridas na cidade através dos tempos;
- Reconhecer os espaços físicos e limites de sua cidade;
- Representar espaços físicos através de mapas e maquetes;
- Desenvolver a criação e a criatividade.

· Projeto: Meio Ambiente.

Objetivos:
- Compreender a necessidade e dominar alguns procedimentos de conservação e manejo dos recursos naturais com os quais interagem, aplicando-os no dia-a-dia.

 

· Projeto: Festa Junina

Objetivos:
- Distinguir as diferenças dos costumes das festas juninas no Brasil e no mundo;
- Resgate a memória desta festa;
- Valorizar as tradições folclóricas;
- Desenvolver o gosto pelas poesias e músicas;
- Incentivar o gosto da música junina.

· Projeto: Folclore

Objetivos:
- Resgatar as tradições brasileiras relacionadas ao nosso Folclore;
- Repassar valores culturais;
- Estimular ritmo.

 

· Projeto: Revitalização e Valorização do Espaço Escola

Objetivos:
- Preservar o espaço físico da escola;
- Combater a indisciplina e a depredação da escola;
- Resgatar o respeito ao próximo e a instituição escola;

 

Eventos e Programas

OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia;

OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas;

Olimpíada de Língua Portuguesa;

PDDE;

PDE;

MAIS EDUCAÇÃO;

 

18 – AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


 

É preciso, que o pensamento e ação não fiquem aprisionados. Seguir mecanicamente um roteiro não nos garante eficiência nem eficácia do planejamento. É necessário estar atento às circunstâncias, aos novos estímulos e problemas que vão surgindo a fim de adequar tecnicamente o as necessidades do grupo e da instituição que planeja, pois no desencadeamento das ações podemos perceber os resultados e redirecionar os rumos do PPP, ·quando necessário é preciso que o grupo assuma uma posição atenta, de cuidado constante com o percurso que desenvolve. Essa atitude pode se instalar de fato, porque o projeto, nesta perspectiva é uma conquista do coletivo da escola e que todos passam a defender o seu fortalecimento. Por outro lado, ao organizar o processo de avaliação, a escola deve garantir tanto seu aspecto contínuo quanto o prático formalizado em alguns momentos específicos.

    Este é um Projeto que não se encerra aqui. É preciso ser analisado, discutido e aperfeiçoado anualmente ou sempre que necessário. O que se pensa e se quer é construir e manter uma escola de qualidade, (um centro de informações e oficinas de aprendizagem) inserida nos novos tempos, e que aponte para a reflexão constante do conceito de educação, que esteja sempre conectada com a sociedade, consciente de seus desafios, formadora de alunos capazes de aprender e conscientes de seus direitos e deveres, de liberdade e de igualdade perante a sociedade, assume internamente um compromisso com a conscientização, transformação sócio-cultural da comunidade, concordando com o fato de que a educação é prioridade e que a diversidade regional não se configura como barreira para as propostas e ações pedagógicas inovadoras sirvam de norte para a prática educativa.

 

19 – CONCLUSÃO


              Entendemos que embora seja complicado e de certa forma difícil garantir a participação aos diversos segmentos na construção e na elaboração do P. P. P (Projeto Político Pedagógico), a riqueza do processo está na participação coletiva dos envolvidos.  Entretanto não basta que as pessoas garantam sua participação, é necessário que estejam dispostos a trabalhar para que o objetivo almejado ocorra dentro do processo da instituição escolar.

Cabe ressaltar que o PPP traça caminhos, mas não pode ficar estagnado, reiterando o projeto deve ser revisto com freqüência, para que possamos estar adequando às necessidades da escola, comunidade escolar, e principalmente dos educandos.

 

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA


ü  Coletânea Escola Cidadã, Instituto Paulo Freire.

ü  Revista Amae. Projeto Pedagógico – Fundação Amae – 2000

ü  Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE)

ü  Gandin, Danilo e Cruz, Carlos H. Carrilho. Planejamento na sala de aula. Porto Alegre. Edição dos Autores, 2000, 5ª edição.

ü  Gandin, Danilo e Gandin, Luís Armando. Temas para um projeto Político Pedagógico. Petrópolis, 2001, 4ª edição.

ü  Revista Pátio Projeto Pedagógico. Agosto/Outubro, 2003 – ano VII, n° 27

ü  FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários a prática educativa/ São Paulo: Paz e Terra, 1996 – Coleção leitura

 


 

 

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