PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
“Planejar é, segundo Vasconcelos,
antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto,
é buscar fazer algo incrível, essencialmente humano: o real ser comandado pelo
ideal”. (Gandin, Danilo e Gandin, Luís Armando; p.37, 1999)
Sumário
1 -
APRESENTAÇÃO
Este projeto é um documento que configura a
identidade desta Unidade Escolar com medidas que define os pressupostos, as
finalidades educativas e as diretrizes gerais da proposta pedagógica da
instituição.
Para isso, o Projeto Político Pedagógico foi
visto com ações plenamente identificáveis, para se atingir os objetivos
preestabelecidos. É a projeção do desejo de criatividade, qualidade e
integração das coisas, das pessoas com toda a experiência e prontas para uma
grande realização. Este documento é a concretização de um conceito que busca a
realidade tendo como base o que temos. Ele contém os fundamentos e princípios
que garantirá a Escola M. E. Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”, a identidade que pretendemos consolidar em nossa prática
pedagógica. Eis o grande desafio deste Projeto a educação de uma comunidade
heterogênea que busca a escola como meio de ascensão social e cultural.
2 –
JUSTIFICATIVA
A lei 9394/96, prevê no seu artigo 12, inciso
I, que os Estabelecimentos de Ensino respeitando as normas comuns e as do seu
Sistema de Ensino, terão a incumbência de elaborar e executar a sua própria
proposta pedagógica.
Diante disso, é notável que esse preceito legal
esteja sustentado na ideia de que a escola deve assumir, como uma de suas
principais tarefas, o trabalho de refletir sobre sua intencionalidade
educativa.
Desse modo faz-se necessário a chamada “escola
cidadã” que está inserida no contexto da construção de uma política democrática
de educação. Ela surge como resposta à burocratização e excessiva centralização
do Sistema de Ensino e à sua ineficiência. Surge, também, como resposta à
falência do ensino oficial, que, embora democrático quanto ao acesso, não
consegue garantir a qualidade; e, ainda, em resposta ao ensino privado,
pretensamente eficiente, porem elitista.
É neste contexto que vem se desenhando o
projeto e a concretização da escola cidadã, em todo o mundo e, especialmente,
em diversas localidades brasileiras, como uma alternativa consistente de luta
pela autonomia e descentralização da sociedade e da escola, através de uma
proposta de educação de qualidade para todos.
3 - FINALIDADES
A educação deve ser entendida como prioridade
para todas as pessoas, por isso, precisa-se estabelecer metas para serem
cumpridas a um espaço de curto, médio e longo prazo, onde a escola acompanhe de
forma gradativa as verdadeiras necessidades da comunidade escolar.
Para que a escola alcance esses objetivos, vale ressaltar a importância de que o corpo docente faça adequações necessárias para que seus alunos sejam capazes de aprender e serem conscientes de seus direitos e deveres, de liberdade e igualdade.
Para que a escola alcance esses objetivos, vale ressaltar a importância de que o corpo docente faça adequações necessárias para que seus alunos sejam capazes de aprender e serem conscientes de seus direitos e deveres, de liberdade e igualdade.
Coerentes com as estratégias previstas na
referida LDB, a instituição educacional tem como meta prioritária o
desenvolvimento global do aluno, e para que isso ocorra, faz-se necessária a
integração entre educação – cultura que não se restrinja às elucubrações
teóricas, mas que se concretize numa escola, na qual a comunidade em que está
inserida, seja capaz de formar uma sociedade mais justa e preparada para
promover mudanças.
Diante da oportunidade oferecida para Lei
9394/96, onde cada escola pode organizar seu sistema de ensino de modo que
atenda às necessidades e possibilidades, organizamos nossa Proposta Pedagógica
que tem com seu maior objetivo a formação do “Homem” exercendo em sua plenitude
o direito à cidadania e explorando as suas potencialidades
A Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, tem por
finalidade: atender o disposto nas Constituição Federal e Estadual, na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do
Adolescente, ministrar a Educação Infantil, o Ensino Fundamental, observadas em
cada caso, a legislação e as normas especificamente aplicáveis.
A Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, oferecerá
aos seus alunos(as) serviços educacionais com base nos princípios emanados das
Constituições Federal e Estadual, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente.
4 - INTRODUÇÃO
Esse Projeto Político Pedagógico vem sendo
construído e propondo novos caminhos, para uma escola diferente. Todas as
questões que envolvem o fazer pedagógico e as suas relações com o currículo,
conhecimento e com a função social da Escola, obriga a um pensar e uma reflexão
contínua de todos os envolvidos neste processo: que Escola queremos
construir? Que conhecimentos serão
necessários aos nossos(as) alunos(as) precisarão ter para de fato exercer a sua
cidadania, nesta sociedade tão cheia de conflitos. Conflitos estes que estão
presentes no espaço escolar, nas relações pessoais, no confronto das idéias, e
também do surgimento de novas concepções, das duvidas e da necessidade do
diálogo entre sujeitos aprendentes (professores/as, pais ou responsáveis, alunos/as...).
Tais situações serão apresentadas no decorrer
deste documento, nas linhas e nas entrelinhas de cada parágrafo, resgatando o
aspecto histórico de como cada momento foi sendo produzido e construído. Pois
este documento é o resultado de um esforço conjunto dos profissionais da
Educação desta Unidade Escolar com o objetivo de respaldar as ações
administrativas e pedagógicas no âmbito desta Escola.
Há a consciência, por parte dos que o
produziram, de que o Projeto Político Pedagógico se encontra aberto a todo e
qualquer tipo de sugestão e encaminhamentos. Sabemos que nenhum Projeto
Político Pedagógico pode ser dado como pronto e acabado sob pena de se
cristalizar e deixar de acompanhar os movimentos da história.
Portanto, nossa reflexão contínua baseada
principalmente na prática pedagógica cotidiana e na discussão dos referenciais
teóricos que nos encaminhem para uma “práxis” responsável e compromissada com
uma escola pública com ensino de qualidade.
5 – VISÃO
ESTRATÉGICA
5.1 - Nossos Valores
IGUALDADE:
Construirmos uma escola capaz de estabelecer os princípios de igualdade,
envolvendo a comunidade num trabalho transformador.
QUALIDADE:
Caracterizada em cada atividade, cada iniciativa do pessoal de apoio, do corpo
docente e da equipe gestora, executando ações comprometidas com a elevação da
qualidade do ensino.
EFICIÊNCIA:
Enfrentamos os desafios surgidos no âmbito escolar, com eficiência, competência
e respeito às peculiaridades étnicas, sociais e culturais, dos que contribuem
com o processo educativo na escola.
COMPROMISSO:
Nosso maior compromisso é trabalhar a inclusão social, estimulando ações
positivas que resultam na promoção da pessoa humana.
5.2- Nossa Visão de Futuro
Seremos
uma referência educacional reconhecida pelo trabalho que é centrado e
fundamentado nos princípios da qualidade, da eficiência e da equidade.
5.3 - Missão
da Escola
Contribuir para constante melhoria das condições educacionais da população, visando assegurar uma educação de qualidade aos nossos alunos num ambiente criativo, inovador e de respeito ao próximo.
Contribuir para constante melhoria das condições educacionais da população, visando assegurar uma educação de qualidade aos nossos alunos num ambiente criativo, inovador e de respeito ao próximo.
5.4 - Nossos Objetivos Estratégicos
- Elevar o desempenho acadêmico dos alunos;
- Fortalecer a participação dos pais na escola;
- Dinamizar a gestão escolar.
- Elevar o desempenho acadêmico dos alunos;
- Fortalecer a participação dos pais na escola;
- Dinamizar a gestão escolar.
6 –
CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
6.1 – Identificação
ESCOLA: E. M. E.
Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”
LOCALIZACÃO: Rua “D”, Quadra Norte 09,
Lote Especial, Km 07.
BAIRRO: Nova Marabá
CIDADE: Marabá
CEP: 68.504 - 030
FONE: (94) 3322 - 4973
ÁREA: Urbana
NIVEIS E MODALIDADES DE ENSINO: Ensino
Fundamental 1ª a 8ª e Educação de Jovens e Adultos.
DATA DA FUNDAÇÃO: 23/04/1984
ENTIDADE MANTENEDORA: Prefeitura
Municipal de Marabá
ATO DE CRIAÇÃO: Portaria 058/99-GP
6.2 – Atendimento à Clientela
Nº de salas: 13 - por turno
Nº de alunos: aproximadamente
1.300
Ensino atendido: 1º Semento (5º
anos); 2º segmento (6º ao 9º anos) e EJA (Educação de Jovens e Adultos)
7 -
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O Projeto Político Pedagógico da
Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita” é um modelo que está sendo construído
pautado nos fundamentos de uma escola pública-popular-autônoma nos parâmetros
da concepção de “Paulo Freire”. Entretanto, na sua trajetória, tem procurado
delinear a sua singularidade no contexto de suas possibilidades históricas
construindo a sua identidade nos possíveis pautados pelos limites da lei, dos
recursos financeiros disponíveis e das condições concretas de trabalho. Desse
modo, pretende responder às demandas especificas da população estudantil da
Rede Pública Municipal, matriculados nesta escola.
Este projeto compreende:
a)
A educação como construção da cidadania:
Pressupõe a formação do homem enquanto ser concreto, histórico, consciente e
livre construtor do seu próprio destino através do conhecimento, do diálogo e
do trabalho solidário. Tal formação deve propiciar ao educando inserir-se como
sujeito participativo no processo de construção de uma sociedade eticamente
comprometida com a justiça, com a equidade, com a dignidade, com a emancipação,
enfim, com a felicidade humana, através de um processo que use razão e sensibilidade.
b)
A ênfase no conceito de “Escola Pública”,
voltada para atendimento dessa comunidade. Dessa forma, a Escola Pública é
aquela que, apesar de mantida com recursos públicos, é destinada a todos sem
nenhuma distinção e é pensada e gerida por uma sociedade que dela usufrui e por
ela se responsabiliza.
c)
Fortalecimento da identidade do educador:
um educador que assume novos valores, novos saberes, novas posturas, novas
habilidades e se identifica como o mediador entre o educando e a construção da
cidadania. Assim, a formação continuada, o diálogo, a pesquisa coletiva
constituem-se em condições imprescindíveis da construção desta identidade.
d)
Formação de identidade do educando: que
passa a ser considerado como sujeito da sua própria formação em um complexo processo
interativo em que a docência e discência formam um todo indissociável. Enquanto
sujeito, o educando se constitui num sistema auto e co-organizador de suas
experiências de aprendizagem segundo seu ritmo e as características peculiares
do seu estágio de desenvolvimento, sua cultura e sua classe social de origem.
Dentro dessa perspectiva, o aluno deixa de ser considerado pura e simplesmente
como massa a ser informada e torna-se sujeito responsável e capaz de
desenvolver-se com consciência plena e eticamente atuante na construção de sua
própria cidadania.
e)
Atenção em relação aos conteúdos
curriculares: ao deixar de se constituírem em eixo vertebrador do trabalho
escolar, mera erudição dissociada e fragmentada da realidade, os conteúdos não
perdem a sua especificidade, o seu papel no processo educativo. Ao contrário, a
escola cidadã pressupõe a construção e a apropriação do conhecimento como
condição de libertação do sujeito e da sociedade. Assim, trabalha o
conhecimento na sua profundidade, na sua lógica própria, mas com a preocupação
de estabelecer um diálogo interdisciplinar entre as diversas áreas do saber,
para formar uma visão de homem e mundo organicamente articulada com vistas a
uma intervenção efetiva na realidade.
Desse modo, o currículo da escola Cidadã adquire uma nova dimensão. Para
além do discurso específico de cada disciplina, é a construção humana no seu
todo que está em causa.
Isto implica em trabalhar o conhecimento global em suas
múltiplas dimensões, congregando a informação com o aprender a aprender, o
aprender a fazer, o aprender a viver e conviver; assim, o aprender a ser,
considerando-se em todo processo a prática social dos sujeitos. Nessa visão,
prioriza-se a formação totalizadora que incorpora atividades intelectuais,
manuais, corpóreas, lúdicas, sociais e afetivas no cotidiano pedagógico,
congregando o que, na vida, não se separa, formando pessoas autônomas,
autênticas, solidárias, democráticas, cidadãs.
Nessa perspectiva curricular, a pedagogia de projetos revela-se como
estratégia privilegiada de desenvolvimento da prática educativa em sala de
aula. Tais projetos, oriundos de situações reais vividas pelos alunos, não
eliminam a especificidade de cada disciplina, mas promove o diálogo, a
interdisciplinaridade através da seleção dos conteúdos significativos para a
compreensão da realidade. Os projetos poderão envolver, portando, todas as
áreas ou algumas delas e as questões que eles não contemplem, mas que o
educador avalia como necessários, deverão ser trabalhadas em módulos de aprendizagem.
Este currículo pauta-se em algumas competências educativas que deverão
orientar a organização da prática pedagógica:
·
Habilidade no uso da língua oral e
escrita: numa sociedade letrada é imprescindível ao exercício pleno da
cidadania a habilidade de se expressar com clareza, fazendo-se compreender e
compreendendo os diversos portadores de textos. Assim, no espaço escolar, é
tarefa de todos os conceitos, o desenvolvimento pleno da oralidade e da escrita
para efetiva apropriação, socialização e aplicação das informações;
·
Habilidade de aplicar o conhecimento:
existencialmente, o homem é desafiado a responder com competência aos problemas
que a vida lhe impõe. Assim, toda a atividade escolar deve privilegiar a
habilidade do saber-fazer, ou seja, preocupar-se em verificar a forma como os
alunos mobilizam suas informações, sua lógica, sua criatividade, criticidade e
habilidades na resolução, não apenas dos problemas teóricos colocados pelos
conteúdos, mas também no enfretamento de situações existenciais colocadas pela
vida, ultrapassando o dualismo entre trabalho manual e intelectual, entre
escola e prática social;
·
A aquisição de diferentes linguagens:
partindo-se do pressuposto de que o processo educativo na escola cidadã está
eticamente comprometido com a emancipação humana como um todo, envolvendo todas
as dimensões do ser sujeito (corpo, emoções, pensamentos, padrões estéticos,
conhecimentos físicos, científicos, lógicos e espirituais), as experiências
educativas deverão contemplar todas as linguagens humanas: da ciência, da arte, da técnica, da
filosofia e da religião, unificando razão, intuição, sensibilidade e
motricidade;
·
A
capacidade de aprender a aprender: mais do que tornar o aluno um depósito de
informações mecânicas, fragmentadas e dissociadas da realidade, toda prática
pedagógica deve se preocupar em capacitar o aluno para a busca a organização da
informação através do incentivo e da prática de todas as formas de pesquisa,
seja bibliográfica, seja de campo.
·
Habilidade de ser e conviver: O trabalho
pedagógico deverá estar eminentemente, voltado para a construção da autonomia
intelectual, pessoal e moral do sujeito, buscando formas para que ele seja a um
só tempo, uno único e solidário, cooperativo. Isto é, que cada aluno possa ao
seu modo, se comprometer e participar da vida escolar na sua totalidade,
contribuindo para a concretização de um projeto coletivo de elaboração de
regras, distribuição de responsabilidade e busca de soluções para desafios
cotidianos da prática escolar comunitária. Aqui está o valor do trabalho em
grupo que pressupõe o trabalho individual como um de seus momentos.
8 - MARCO
REFERENCIAL
Construindo uma escola
com ensino de qualidade.
8.1 – Nosso mundo atualmente
Vivemos
num mundo globalizado onde as relações sociais e a integração entre países
visam o consumismo e é unilateral. Países dominantes, com estrutura econômica e
comercial estabilizada, usam o sistema de globalização, via internet e
tecnologia de ponta para impor aos países periféricos os seus valores, costumes
e cultura. Utilizam para isso a ideologia da boa vizinhança e impõem ao mundo a
sua língua e sua concepção de mundo. Hoje no Brasil o Inglês e o espanhol são
exigências aos brasileiros que, para sobreviverem, desde comprar um cachorro
quente a entrar no mercado de trabalho devem saber bem o inglês e o espanhol.
Enquanto não tem formação para isso, vão criando neologismo e reinventando a
língua como o portunhol, tudo para tentar ser um cidadão em seu país, no qual
parece ser um estrangeiro.
Por
conta disso, o processo ensino-aprendizagem está cheio de novas teorias que se
esbarram nas péssimas condições oferecidas ao sistema escolar as quais vão
desde o espaço físico da escola até a capacitação profissional do educador. Não
basta reformar as dependências físicas das escolas, sem dar condições para sua
manutenção. É preciso além dos recursos financeiros, recursos didáticos
adequados, bibliotecas fartas e atualizadas; laboratórios de informática com
máquinas funcionando e conectadas com internet; espaço físico para fazer
recreação e eventos culturais; artísticos e iniciação científica; valorização
financeira e qualificação profissional da educação: Professor, pessoal de apoio
e administrativo e preparação também aos pais que estão inseridos na comunidade
escolar. Mesmo diante de tanta necessidade, já se observa algumas tentativas de
mudança por parte das escolas que de forma capenga procura inovar fazendo
malabarismo com o pouco recurso que lhe chega à mão. Porém espera-se uma
participação mais efetiva e sem demagogia por parte do Estado que deve a
população brasileira um retorno mais político na área educacional.
O
que se espera enfim é que haja de fato, uma revolução sócio-política e
cultural, centrada na prática de cidadania. Descentralizando-se o poder estatal
e democratizando as relações sociais de forma que os cidadãos conheçam o seu
papel e sintam-se sujeitos na construção de uma sociedade nova, fazendo nascer
a partir da educação o novo homem e a nova mulher. Daí o desejo de democratizar
o ensino, onde seja construído um Projeto Político Pedagógico em que se tenha
claro o papel desses sujeitos, ou seja, que educador e educando queremos
construir; que cidadão será e para qual sociedade. Acreditamos que aí começa o
nosso primeiro ponto de ação.
9 - HISTÓRICO
9.1 - Marabá
O município de Marabá está localizado no sudeste paraense a 440,1 km de Belém, no
bioma Amazônia, e possui uma área geográfica de 15.128,37 km2 e uma
população de 233.462 habitantes (IBGE Censo, 2010). Faz fronteira com as
cidades de Itupiranga, Nova Ipixuna, Novo Repartimento e Rondon do Pará, ao
norte; São Geraldo do Araguaia, Eldorado do Carajás, Curionopólis, Parauapebas,
ao sul; Bom Jesus do Tocantins, São João do Araguaia, São Domingos do Araguaia,
a leste; e São Félix do Xingu, a oeste, de acordo com o Mapa de Localização do
município de Marabá.
Dentro de seu limite municipal abriga dois importantes rios, Tocantins e
Itacaiúnas, que o seu encontro forma um desenho de “Y” no centro da cidade. A
sede municipal possui coordenadas de 49.11 oeste e 5.36 sul (IBGE, 2010) e se
divide em cinco núcleos urbanos denominados de: Marabá Pioneira ou Velha Marabá
localizada as margens dos rios; Cidade Nova, onde se situa o aeroporto; Nova
Marabá onde os bairros recebem o nome de folhas numeradas; São Felix I e II,
situados depois da ponte sobre o rio Tocantins e Morada Nova, a 20 km de Marabá (Prefeitura
de Marabá, 2010).
9.2- Breve Hitórico da Cidade
A origem do nome “Marabá” possui raízes indígena e significa “filho do
prisioneiro”, “filho do estrangeiro” ou “filho da índia com o branco”
(Prefeitura de Marabá, 2010).
A bacia do Itacaiúnas foi explorada pelos portugueses, desde o tempo da
colonização do Brasil no século XVI, contudo somente ocorreu ocupação
definitiva na década de 90 do século XIX (Prefeitura de Marabá, 2010).
A partir de um atrito político em 1892, o deputado provincial Carlos
Leitão, oriundo de Goiás (atualmente o estado de Tocantins), direcionou-se rumo
ao norte. Após receber uma licença em uma entrevista com o Governador do Estado
do Grão Pará (atual estado do Pará), ocupou a área denominada Burgo, tendo por
finalidade a instalação de uma Colônia Agrícola (JADÃO, 1984).
Já em 1895, na tentativa de descobrir campos naturais para a atividade
pecuária, uma expedição de Carlos Leitão descobriu o Caucho nas proximidades do
rio Itacaiúnas. A notícia se espalhou com facilidade pelos sertões do Maranhão
e do antigo estado de Goiás, promovendo a migração de pessoas para a extração
da borracha (JADÃO, 1984).
Em 1897, o maranhense de Grajaú, Francisco Coelho, observando as vantagens que traria
uma casa comercial, instalou na confluência dos rios um barracão simplório, o
qual denominou “MARABÁ” em lembrança a sua casa comercial em Grajaú, e também
por admirar o poema “MARABÁ” (PDF) de Gonçalves Dias, construindo assim, ao
redor desse barracão um pequeno núcleo, de onde iniciou-se o município (JADÃO,
1984).
Em uma outra versão a origem do nome “Marabá” é tupi-guarani. De acordo
com Gastão Cruls, “marabá seria toda aquela pessoa que, por algum motivo, se
tornasse indesejável na tribo”, incluindo recém-nascidos com defeitos físicos,
o qual seu destino era o sacrifício do nascituro marabá. No caso do nascimento
de gêmeos, somente o primeiro era considerado normal, enquanto o(s) demais
pereciam (JADÃO, 1984).
O poeta maranhense Gonçalves Dias denominou o significado de marabá como
“toda pessoa que nascesse do cruzamento do europeu – invasor das terras – com
uma índia”. Generalizando marabá seria o “filho da mistura, mestiço” e, segundo
a tradição indígena, desprezado pelos demais índios, quando não era sacrificado
(JADÃO, 1984).
Apesar de ter sido explorada pelos portugueses ainda no século XVI, a
história de Marabá começa no início dos anos 90 do século XIX, com a chegada do
goiano Carlos Leitão, e um grupo de seguidores, que explorando as proximidades
do rio Itacaiúnas resolveu instalar um "Burgo Agrícola" (1895). A
descoberta da presença do caucho (árvore da borracha) na região foi atraindo
ainda mais pessoas para explorar a atividade, que foi a primeira grande riqueza
de Marabá. Junto com a intensa migração nordestina, em 1898, o maranhense
Francisco Coelho da Silva implanta a "Casa Marabá", na junção dos
rios Tocantins e Itacaiúnas, onde negociava com extratores do caucho que
transitavam pelos rios. Ali, no entroncamento dos dois rios é que a cidade de
Marabá tem Início.
Na segunda década de sua história, é quando acontece a emancipação
político-administrativa do município (1913). Depois de muita pressão da
população local, o governador do Pará na época, Enéas Martins, atende a
reivindicação da comunidade local e cria o município de Marabá. Em 1914 toma
posse o primeiro intendente eleito, o coronel Antonio da Rocha Maia. Na década
de trinta foi quando Marabá se tornou o maior produtor de castanha da região
tocantina. Essa exploração econômica, que iniciou em 1927, foi de grande
significação histórica para a população local e os moradores da época que ainda
estão vivos contam entusiasmados a movimentação no município neste período em
função da castanha. Inclusive, até hoje existem casarões abandonados na cidade,
que na época serviam para armazenar a castanha. Outro dado importante desta
década foi a instalação de uma usina à lenha (1929) para iluminar a cidade; e
em 17 de novembro de 1935 o primeiro avião pousou no aeroporto de Marabá, recém
inaugurado. Nesse período, a cidade tinha cerca de 1500 habitantes fixos.
Os anos 60 e 70 foram marcados pela busca do desenvolvimento com o início
das explorações de minérios na Serra dos Carajás (1966); a aberturada rodovia
PA-70 (1969), que liga Marabá à Belém-Brasília; o término do 1º trecho da
Rodovia Transamazônica (1971); e a implantação do Projeto Integrado de
Colonização (PIC) do Incra, em
Marabá. Em 1972,
a região é palco da Guerrilha do Araguaia, que se estende
ate 1975. A
década de 90 revela a maior força econômica de Marabá, que é a produção de
ferro-gusa. Em 1988 inicia a instalação das empresas Siderúrgicas, atividade
que destacou o município como um dos mais importantes para a economia do Pará.
Um acontecimento que não poderia deixar de ser registrado nesta década foi a
enchente de 1980, a
maior da história de Marabá, quando o Tocantins atingiu 17,42 metros .
Nos anos 2000, de mero exportador de ferro-gusa, nos anos dois mil Marabá
dá o primeiro passo para o sonho da verticalização do minério, já que em 2008 é
implantada no município a aciaria Sinobras, produzindo vergalhão, arames e
telas, entre outros produtos. Em2009, como reflexo da crise mundial, as
siderúrgicas de Marabá param suas atividades, já que a produção de ferro-gusa
visava principalmente a exportação. Em 2010, a siderúrgica da Vale. Aços Laminados do
Pará (Alpa), começa a ser instalada, dando um norte ainda mais promissor para a
economia do município, garantindo milhares de empregos e gerando expectativa de
inúmeras oportunidades de negócios em torno da Siderúrgica, que é uma das
maiores do Brasil.
9.3-Aspectos Sociais
·
População
Marabá ocupa o quarto lugar dos municípios mais populosos do Pará com uma
população estimada de 233.462 habitantes, ficando atrás apenas de Belém,
Ananindeua e Santarém, que possuem população estimada de 1.392.031, 471.744 e
294.774 habitantes, respectivamente (IBGE Censo, 2010).
No gráfico da evolução populacional, pode-se observar a dinâmica do
crescimento da população de Marabá nas últimas décadas, bem como no Pará e no
Brasil. Os dados mostram que houve um crescimento de 89% da população de Marabá
entre os anos de 1990 a
2010, enquanto que no Pará e no Brasil houveram 53% e 30%, respectivamente
(IBGE Censo, 2010). Esse fluxo migratório é consequência de sua posição
geográfica estratégica e por conta dos atrativos projetos de mineração e de
outras atividades econômicas como a implantação da siderúrgica.
O município de Marabá possui uma população urbana de 186.122 habitantes,
o que equivale a 79,72%, enquanto que a população rural é de 47.340 habitantes,
o que equivale a somente 20,28% da população marabaense (IBGE Censo, 2010).
9.4- Da Escola e o Bairro
A Escola Municipal de Ensino Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita”,
começou a funcionar em agosto de l984, com apenas duas salas de aula, nos
períodos manhã, intermediário e tarde com as turmas de 1ª, 2ª e 3ª séries. Devido ser localizada em bairro de invasão, a
necessidade de ser ampliada surgia na mesma proporção que a população local
aumentava. Devido sua localização, situada no pólo estratégico da Nova Marabá,
escola passou a atender também as comunidades adjacentes, principalmente as
crianças que saiam das creches cujos pais que tinham dificuldades para
encontrarem vaga nas escolas próximas, além de existirem outras crianças da
mesma localidade fora da escola.
Inaugurada em 23 de abril de 1984, e reinaugurada em março de 2005. A escola, em sua rede
municipal, funciona atualmente com 40 turmas distribuídas nos turnos manhã e
tarde com ensino fundamental 1º e 2º segmento, e noite com a Educação de Jovens
e Adultos. Hoje encontra-se com biblioteca implantada, para atender a escola e
comunidade local, laboratório de informática, sala especial, e está sob a direção da professora Claudeth
Amoury Silva.
Atualmente, na rede municipal, atendemos as turmas:
• 5º Ano (manhã), 6º ao 9º Ano
(manhã/tarde), 3ª e 4ª etapa (noite).
Referência Socioeconômica da Comunidade e Recursos Financeiros da Escola
É visível a mudança pelas as quais a escola vem passando nos últimos
anos, se quando da sua fundação a escola atendia basicamente aos alunos do km
07, hoje essa realidade já não é mais a mesma, principalmente com o surgimento
das invasões urbanas, que ocorreram nas proximidades da escola, que acabam
exigindo da escola o atendimento a essa nova demanda de alunos. Mudanças como
essas vêm acontecendo devido às lutas da comunidade pela melhoria na qualidade
de vida e o atendimento educacional faz necessário nesse processo.
A escola, por conta dessa realidade busca se adequar para atender a uma
população que em sua grande maioria trata-se de pessoas de baixa escolaridade e
consequentemente baixa renda, muitos deles migraram de outras partes do Brasil,
especialmente do Estado do Maranhão, e que encontraram como opção para se
estabelecer em Marabá residir em área invasão nas proximidades da linha
ferroviária, que hoje corta, como que numa linha imaginária, a área de atuação
da escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”, sendo parte dos seus alunados residentes
no km 07 e outra parte no bairro Araguaia.
São famílias muitas vezes desestruturadas, que em sua grande maioria
frequentam a igreja católica ou uma das diversas igrejas evangélicas situadas
nas proximidades, que habitam uma localidade que na maioria das vezes não está
devidamente urbanizada e sem muitos espaços de lazer nas proximidades e
consequentemente apresentam dificuldades na criação e educação de seus filhos,
como consequência a escola recebe muitos alunos indisciplinados e que
apresentam grandes dificuldades processo de ensino aprendizagem.
Sabe-se também que, a escola ainda enfrenta outras dificuldades como,
falta de auditório, videoteca, quadra coberta, salas climatizadas, subsídios
esses que acreditamos serem urgentes e necessários para a melhoria do processo
ensino - aprendizagem dos educandos dessa instituição escolar.
É oportuno ressaltar ainda, que durante esses anos a escola vem atendendo
os educando com alguns programas e projetos: MEC, SEMED, FUNDESCOLA, Bolsa
Família e em 2014 contou com os seguintes valores: PDE Interativo (Plano de
Desenvolvimento da Escola) com o Programa Atleta na Escola com o repasse de R$
3.649,00, PDDE (Plano Dinheiro Direto na Escola) R$ 11.080,00 e Mais Educação
com o repasse no valor de R$ 15.150,00, Programa Escola Sustentável com o
repasse de R$ 7.000,00.
Portanto, no decorrer dos anos até os dias de hoje pode-se perceber os
avanços ocorridos na instituição, tanto na parte física da escola, como na
estrutura de formação humana dos que aqui estudam ou prestam serviços.
9.4.1- Prédio Escolar
Aspecto Físicos
A Escola Municipal Modelo E. M. E.
Fundamental “Dr. Inácio de Sousa Moita” ocupa uma área total de 7.201m2,
sendo uma área construída de 1.937,5m2 e uma área livre de 5.263,5 m2 .
Está distribuída entre 03 pavilhões: 13 salas de aulas, laboratório de
informática, sala de direção, coordenação, sala de professores, biblioteca,
secretaria, banheiros masculino e feminino, depósito, cozinha, sala de vídeo,
sala de recurso.
No laboratório de informática temos 01 (um) aparelhos de som, 01 (um)
DVD, 03 (três) televisores, 02 (dois)
projetor de slide, 01 (um) retro-projetores, 02 (duas) caixas acústicas, 04 (quatro)
microfones, 38 (trinta e oito) computadores, 01 (um) câmera digital, 02 (duas)
impressoras, 01 (um) Datashow e acesso a internet.
A Quadra de Esportes sem cobertura com 614,6 m² com tela de
proteção de 8 metros
de altura. Na quadra de esportes são realizadas também atividades como: As
atividades desportivas mais freqüentes são: futsal, queimada, vôlei, handball e
atividades de recreação para Educação Infantil. O espaço físico não é adequado
para atender todas as atividades diárias, devido ao número de turmas, ás vezes
é necessário fazer revezamento de horários e até atender duas turmas no mesmo
espaço, enfrentamos transtornos nos períodos chuvosos, além dos vizinhos que
por vezes reclamam pois mesmo com a proteção, durante as atividades alguma
bolas acabam ultrapassam a proteção e atingem os telhados vizinhos;
9.4.2- Instalações Físicas
O prédio foi
construído para fins escolares, é de alvenaria coberto com telhas de barro,
possui 13 salas de aula, dentre outras.
A escola possui:
13- (treze)
salas de aula
01- (uma)
secretaria
01- (uma)
dispensa
01- (um)
depósito
01- (uma)
cozinha
01- (uma) sala
diretoria
01- (uma) sala
de arquivo
01- (uma) quadra
de esporte
01- (uma) área
coberta (refeitório)
01- (um)
banheiro femenino (box)
01- (um)
banheiro masculino (box)
01-(um) banheiro
dos funcionários
01-(uma)
biblioteca
01-(um)
Laboratório de Informática
9.4.3 – Órgão
Mantenedor
Prefeitura Municipal de Marabá– PA
Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
9.4.3.1 – Secretaria Municipal De Educação
· Serviços fornecidos pela escola: merenda escolar.
· Recursos Financeiros: PDDE, PDE, Mais Educação (anualmente).
Prefeitura Municipal de Marabá– PA
Secretaria Municipal de Educação (SEMED).
9.4.3.1 – Secretaria Municipal De Educação
· Serviços fornecidos pela escola: merenda escolar.
· Recursos Financeiros: PDDE, PDE, Mais Educação (anualmente).
. Apoio a Eventos (festa Junina,
formaturas, outros eventos).
9.4.4 – Corpo Técnico, Pedagógico e Apoio
Administrativo da Escola:
|
Nome
|
Função
|
Formação
|
Pós Graduação
|
|
Alex Moutinho Taveira
|
Regência / História
|
História
|
|
|
Alex Sandra dos Santos Lima
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Ana Cleide Silva Araújo
|
Regência / L. Portuguesa
|
Letras
|
|
|
Ananias de Andrade Neto
|
Regência / L. Inglesa
|
Letras
|
|
|
Antonio Augusto Martins
Neto
|
Regência / Ciências
|
Ciên. Biológicas
|
|
|
Antonio Luis de Oliveira
|
Regência / L. Inglesa
|
Letras
|
|
|
Carlos Eduardo Galvão da
Costa
|
Coord. Pedagógico
|
Pedagogia
|
|
|
Claudeth Amoury Silva
|
Diretora
|
Pedagogia
|
Gestão e Orientação Educacional
|
|
Cleudimar Lima Silva
|
Regência / L. Portuguesa
|
Letras
|
Língua Portuguesa e Literatura
|
|
Deise da Silva Lobo
|
Regência / Ciências
|
Ciên. Biológicas
|
Educação de Jovens e Adultos
|
|
Edcleis Alves de Sousa
|
Regência / L. Inglesa
|
Letras
|
|
|
Edileusa Alves Porto Macedo
|
Regência / L. Portuguesa
|
Letras
|
|
|
Elias Costa dos Santos
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Elienie Paula Pryscilla Silva
|
Regência / Ed. Geral
|
Pedagogia
|
|
|
Elvira Miranda de Oliveira
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Francisca Ribeiro de Souza
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Francisca Simone Rocha
Araújo
|
Regência / Artes
|
Letras
|
Gestão Escolar / Artes
|
|
Gardênia de Alencar Camorim
|
Regência / Ed. Física
|
Ed. Física
|
|
|
José Cleber Lima Rabelo
|
Regência / Ed. Física
|
Ed. Física
|
Gestão e Orientação Educacional
|
|
José Viana de Sales
|
Regência / História
|
História
|
Educação Social
|
|
Josenilson Souza Santos
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Katiana Nogueira de
Carvalho Leal
|
Aux. Secretaria(Readaptada)
|
Pedagogia
|
|
|
Leude Maria Pereira
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Manoel Aquino da Silva
|
Vice-diretor
|
Pedagogia
|
|
|
Manoel Pereira Neto
|
Sala de Leitura
|
Letras
|
|
|
Márcia Iolanda Figueira
Resplandes
|
Regência / Ed. Geral
|
Pedagogia
|
|
|
Maria da Conceição Ramos
Sousa
|
Regência / Ed. Geral
|
Pedagogia
|
|
|
Maria das Neves Lopes
Paixão
|
Coord. Pedagógica
|
Pedagogia
|
|
|
Maria de Jesus Pereira da Silva
|
Sala de Leitura
|
Pedagogia
|
|
|
Maria Inês Ferreira dos
Santos
|
Regência / L. Portuguesa
|
Letras
|
|
|
Maria Ivaldeci Rodrigues
Santana
|
Sala multifunctional
|
Pedagogia
|
|
|
Marlúcia Martins Cabral
|
Regência / Ciências
|
Ciên. Biológicas
|
|
|
Nilza Lima Marinho
|
Regência / Est. Amaz.
|
Geografia
|
|
|
Raika Giuliane Barreto da
Silva
|
Regência / L. Portuguesa
|
Letras
|
|
|
Raimunda Pereira Lopes
|
Sala Multifuncional
|
História
|
Educação Especial
|
|
Rogério Pereira Marques
|
Laboratório informática
|
Matemática
|
Tecnologia na Educação
|
|
Rosângela Valéria F. dos
Santos
|
Orientadora Educacional
|
Pedagogia
|
Psicopedagogia
|
|
Sara Bezerra da Silva
|
Regência / Ciências
|
Ciên. Biológicas
|
|
|
Selma Miranda de Souza
|
Regência / Geografia
|
Geografia
|
Gestão e Educação Ambiental
|
|
Sidnei Silva e Silva
|
Coord. Pedagógico
|
Pedagogia
|
|
|
Simone Maria Moraes Cruz
|
Sala de leitura/Lab.
|
Letras
|
Educação Especial
|
|
Thyago dos Santos Gomes
|
Regência / Matemática
|
Matemática
|
|
|
Wanessa Soares Tavares
|
Regência / Ed. Geral
|
Pedagogia
|
|
|
Wellington Jacks Aguiar da
Silva
|
Regência / História
|
História
|
|
APOIO:
|
Nome
|
Função
|
|
Alessandra
de Queiroz Silva
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Antonio
Cícero de Miranda
|
Agente Portaria
|
|
Antonio
Teixeira da Silva
|
Agente Portaria
|
|
Aurizete
Francisca Costa Pereira
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Dhyêmytha
Alves Souza
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Eudafran
Saraiva Dias
|
Auxiliar Secretaria
|
|
Evaldina
Carvalho da Silva
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Isabel
Cristina Ribeiro de Araújo
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Jacieli de
Oliveira Sobrinho
|
Merendeira
|
|
Janaína
Barbosa da Silva
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Janete
dos Santos Rabelo
|
Auxiliar Secretaria
|
|
Liliania
Miranda Portela
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Márcio
Luzianne Bentes Dias
|
Agente Portaria
|
|
Maria
Arlete Barbosa Cruz
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Maria
da Conceição Dias da Silva
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Maria de Jesus
Ferreira da Silva
|
Merendeira
|
|
Maria de Jesus
Vicente Oliveira
|
Merendeira
|
|
Maria
de Sousa dos Santos
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Maria
do Espírito Santo Feitosa Lima
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Maria
Nazaré de Oliveira
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Maria
Valbene Silva Lima
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Marinalva
da Silva Brito
|
Agente Portaria
|
|
Marízia
dos Santos Rabelo
|
Assistente Administrativo
|
|
Maura Martins de
Freitas
|
Merendeira
|
|
Miriah
Honório Vieira
|
Agente Portaria
|
|
Nilda
Costa de Souza
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Nilde
Carvalho
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
|
Simone Reis Leão
|
Merendeira
|
|
Ueliton
Gomes de Oliveira
|
Assistente Administrativo
|
|
Vanessa Kelly
Silva da Costa
|
Merendeira
|
|
Vilma
Alves da Silva
|
Auxiliar de Serviços
Gerais
|
9.5 – Órgão de Representação Comunitária
Conselho Escolar
O Conselho Escolar, com personalidade jurídica,
é um órgão de deliberação coletiva, sem fins lucrativos, de duração
indeterminada e vinculada à Secretaria Municipal de Educação. Todos os
segmentos da Comunidade Escolar terão representatividade no Conselho Escolar,
através de eleição secreta ou por aclamação.
Considera-se Comunidade Escolar o conjunto
formado por alunos, professores, pessoal técnico e administrativo, pais, mães
ou responsáveis legais, pelos alunos matriculados frequentes.
O Conselho Escolar visa ao desenvolvimento das
atividades de ensino, dentro do espírito democrático, assegurando a
participação dos segmentos da Comunidade Escolar na discussão das questões pedagógico-administrativo-financeiras.
O Conselho Escolar é um órgão representativo de
toda a Comunidade Escolar, tendo por objetivos:
- Promover entrosamento da Escola com a
comunidade;
- Participar das decisões sobre o funcionamento da
Escola;
- Participar do Planejamento Curricular a fim de
garantir conteúdos que atendam aos anseios da comunidade e respeitem suas
raízes culturais;
- Dialogar com a Secretaria Municipal de Educação
e com a comunidade, buscando apóio para o bom andamento das atividades
educacionais;
- Supervisionar e colaborar com funcionários
administrativos, professores, alunos, Diretor e demais responsáveis pela
Escola, no cumprimento de seus deveres para com a educação;
- Incentivar e participar das comemorações e
demais acontecimentos cívicos e culturais;
- Conhecer e observar as normas do Regimento
Escolar, propor alterações e encaminhá-las à respectiva Unidade Regional
de Ensino.
Caracterização do Conselho
Conselho escolar
da Escola “Dr. Inácio de Sousa Moita”
Ø
Representante da Direção: Claudeth da Silva
Amoury
Ø
Representante dos pais: Luilza Alves da Silva
Ø
Representantes dos alunos: Karolaine Lopes de
Sousa
Ø
Representante de apoio: Evaldina Carvalho da Silva
Ø
Representante dos Professores: Rosângela Valéria Fortunato dos
Santos
Ø
Presidente: Claudeth Amoury Silva;
Ø
Secretária: Eudafran Saraiva Dias;
Ø
Tesoureiro: Alex Moutinho Taveira
9.6 – Recursos Financeiros
Uma vez por ano a Escola
recebe a verba do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), que é destinada a
compra de materiais permanentes e de consumo.
9.7– Descrição da Realidade
Hoje nossa
escola comporta aproximadamente 1.300 alunos,
é assistida pela atual administração do Prefeito João Salame Neto e o Secretário
de Educação Pedro Souza e a coordenadora de Ensino Florípedes Amaral. Seus trabalhos
prosseguem sob a gestão da Professora Claudeth Amoury Silva.
Atualmente ministra Ensino Fundamental de 5º a 9º Ano e Curso Educação de Jovens e Adultos. A Escola
Municipal Modelo também passou a ser uma escola inclusiva oficialmente desde o
ano de 2009, embora já atendesse alunos com necessidades especiais, contamos
com atendimento psicológico, tecnológico, (fora da escola).
Atualmente se percebe um ponto importante no
desenvolvimento da educação praticada nesta escola: a equidade, isto é, aqui se
busca propiciar as condições de acesso, permanência e sucesso do processo
educacional.
Está em nossas mãos, educadores, pais e outras
pessoas da sociedade de hoje, estabelecer uma nova forma de vida inspirada em
uma cultura de paz, amor, cooperação, disciplina, justiça, esperança, lealdade,
otimismo, comprometimento e sucesso.
9.7.1-Pontos Fortes da Escola
- Informatização da escola/Internet;
- Construção e Aplicação do Regimento Escolar Interno;
- Envolvimento da equipe docente nos projetos da escola e da Semed.
- Equipe docente qualificada;
- Bom relacionamento humano, etc;
- Apoio Pedagógico;
- Liderança forte;
- Experiência acumulada;
- A escola possui um bom sistema de informações gerenciais;
9.7.2-Pontos Fracos da Escola
- Baixa
participação dos pais nos momentos relevantes para o sucesso escolar dos
filhos;
- Ausência de Auditório;
- Indisciplina dos alunos que influencia diretamente no rendimento geral da escola;
- Ausência de Auditório;
- Indisciplina dos alunos que influencia diretamente no rendimento geral da escola;
- Quadra
sem cobertura;
Problemas
que devem ser atacados prioritariamente
- Diminuir o índice de reprovação no Ensino Fundamental;
- Formação Continuada para professores da Educação Infantil e 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental;
- Diagnóstico no Ensino Fundamental;
- Fortalecer a relação entre escola/família;
- Fortalecer o ensino inclusivo;
- Projetos de intervenção (para garantir o ensino aprendizagem de qualidade);
- Reavaliar o sistema avaliativo (para avaliar com objetivo voltado para ação-reflexão-ação, para garantir um processo avaliativo justo)
- Diminuir o índice de reprovação no Ensino Fundamental;
- Formação Continuada para professores da Educação Infantil e 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental;
- Diagnóstico no Ensino Fundamental;
- Fortalecer a relação entre escola/família;
- Fortalecer o ensino inclusivo;
- Projetos de intervenção (para garantir o ensino aprendizagem de qualidade);
- Reavaliar o sistema avaliativo (para avaliar com objetivo voltado para ação-reflexão-ação, para garantir um processo avaliativo justo)
10 – DADOS SOBRE APRENDIZAGEM
Os referentes ao desempenho dos nossos educandos no ano de
2013 são promissores apesar de apresentar alguns pontos que merecem uma atenção
diferenciada, de acordo com cada modalidade de ensino:
Para o primeiro segmento o IDEB para 2013 não foi
divulgado, no entanto, nota-se que esse previa um índice de 4.0, no entanto, já
em 2011 a escola apresentou um índice de 4.1 que
apesar da queda em relação a avaliação anterior já supera a expectativa para
2013 conforme a imagem a seguir:
Com o término do ano letivo, o primeiro
segmento apresentou um ótimo aproveitamento, onde foram matriculados durante o
ano 198 nessa modalidade de ensino, houve 36 desistências, com a aprovação de
145 alunos. Os gráficos abaixo demonstram o aproveitamento desse segmento:
Os dados demonstrados acima nos motiva a
acreditar que a próxima avaliação do IDEB apresentará uma evolução no
aproveitamento nessa modalidade de ensino. 15% de desistências ou cancelamentos
de matrículas é um índice baixo quando comparado a outras modalidades de
ensino. No entanto, o dado mais promissor observado é o percentual de aprovação
que chegou a 90% conforme o gráfico demonstra.
Em relação ao segundo segmento o desempenho dos
nossos educando tem apresentado um crescente crescimento na avaliação do IDEB entre
2005 e 2011 com uma queda em 2013, apresentando, no entanto, um resultado
superior ao projetado para a escola em 2013, que assim se torna um indicador
positivo do trabalho realizado na escola conforme demonstrado na imagem a
seguir:
O desempenho para esse segmento em ralação ao
seu aproveitamento escolar também são promissoras, embora a avaliação realizada
do desempenho dos alunos do segundo segmento não tenha sido tão satisfatória
quanto o desempenho registrado para os alunos do primeiro segmento. Os gráficos
abaixo representam o desempenho dos alunos do segundo segmento em 2013.
Percebe-se que o índice de
abandono/desistência do segundo segmento em relação ao primeiro sofreu uma
pequena elevação de 15% (primeiro segmento) para 17% (segundo segmento). No
entanto, o dado mais preocupante é apresentado no gráfico seguinte que
apresenta um aproveitamento de apenas 79% dos alunos no término do ano letivo,
um índice bem abaixo do apresentado pelo alunos no primeiro segmento que chegou
a 90% de aproveitamento.
Esse aproveitamento inferior está
principalmente relacionado ao baixo desempenho dos alunos do 6º Ano que
encontram dificuldades de se adequar a essa nova realidade, diversos
professores para diversas disciplinas, uma realidade diferente da encontrada
por eles no ano anterior quando estavam no primeiro segmento.
Também relaciona-se a dificuldade de
leitura e interpretação desses mesmos alunos, que agora, no segundo segmento
são bem mais exigidos do que no ano anterior.
Na modalidade EJA , encontramos uma
realidade diferente dos segmentos anteriormente analisados. Veja no Gráfico a
seguir.
Como pode-se perceber no gráfico acima o dado
mais preocupante refere-se a quantidade de alunos que por algum motivo
abandonam desistem de estudar na escola, chegando a 35% dos alunos que realizam
sua matrícula na escola.
No entanto, nessa modalidade de ensino esse
evento, a cada ano que passa tem se demostrado cada dia mais comum, estando
relacionada principalmente a dificuldade encontrada por esses alunos que por
muitas vezes trabalham durante o dia e estudam durante a noite.
Outro fator seria o fato de muitos desses
alunos estarem fora do sistema de escolarização a alguns anos, sem ritmo de
estudo, que logo nos primeiros desafios apresentados a eles optam por desistir
novamente da chance de finalizar o ciclo de estudos do ensino fundamental.
De outra forma, para aqueles que optam por
finalizar o ano letivo percebemos um aproveitamento muito bom, se assemelhando
ao aproveitamento dos alunos do primeiro segmento, chegando a 89% de
aproveitamento, um índice muito bom para esse nível de escolarização.
De modo geral a escola apresentou um bom
aproveitamento geral no ano de 2013. Os gráficos abaixo demonstram esse
desempenho.
Os dados demonstram que 20% dos alunos que
solicitaram matrícula na escola, por algum motivo não finalizou o ano letivo
matriculado na escola. Dos alunos que finalizaram o ano letivo de 2013 na
escola 82% obtiveram exito e foram promovidos para o ano seguinte de
escolarização. O que representa um bom índice diantes das limitações enfretadas
pela escola de modo geal. No entanto, temos a consciencia de que esses
resultados podem ser apresentados de formas ainda mais satisfatória.
11 – COMPETÊNCIAS POR ÁREA DO
CONHECIMENTO
LÍNGUA
PORTUGUESA:
Ensino
Fundamental:
. A compreensão de que a língua se realiza no
uso e práticas sociais;
. Capacidade de
leitura, produção e interpretação dos diferentes tipos de textos que circulam
na sociedade;
. Compreensão e
uso da língua materna, geradora de significação e integradora da organização do
mundo e da própria identidade;
LÍNGUA
ESTRANGEIRA
Ensino
Fundamental:
. Identificar no
universo que o cerca as línguas estrangeiras que cooperam nos sistemas de
comunicação, percebendo-se como integrante de mundo plurilíngüe;
. Reconhecimento
de que o aprendizado de uma ou mais línguas lhe possibilita o acesso a bens
culturais construídos por outros povos;
. Valorização do
conhecimento de outras culturas como forma de compreensão do mundo em que vive.
MATEMÁTICA
Ensino
Fundamental:
. Reconhecimento
de que a matemática é uma atividade interdisciplinar presente no contexto
social, histórico, político e econômico da humanidade;
. Compreensão e
valorização dos conhecimentos matemáticos para representar, comunicar e
resolver diferentes situações-problemas;
. Leitura e
interpretação de dados organizados em gráficos e tabelas.
CIÊNCIAS:
Ensino
Fundamental:
. Formulação de
questões, diagnósticos e proposta de solução para problemas reais a partir de
elementos das Ciências Naturais;
. Combinação de
leituras, observações, experimentações, registros, etc., para coleta,
organização e comunicação de fatos e informações;
. Valorização do
trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítica e cooperativa para a construção
coletiva do conhecimento;
. Expressar
dúvidas, idéias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos.
HISTÓRIA:
Ensino Fundamental:
- Observação da
realidade numa perspectiva histórica, relacionando o presente e o passado e a
influência no cotidiano histórico do aluno:
- Conhecimento e
análise da importância da herança cultural como legado da humanidade:
-Compreensão das ideologias e ações nos
aspectos; político, religioso, econômico, cultural e ambiental.
GEOGRAFIA:
Ensino Fundamental:
- Compreensão da
realidade local e sua contextualização no espaço global, diferenciando seu
lugar dos diversos lugares que constituem o mundo, percebendo como a comunidade
se identificam com os lugares e se apropria deles;
- Identificação
e reflexão sobre as diversas formas de relação do homem com a natureza e suas
implicações;
- Entendimento
de que o estudo e compreensão da realidade brasileira são fundamentais para o
exercício da cidadania.
ESTUDOS AMAZÔNICOS
Ensino Fundamental
- Conhecimento
do espaço amazônico a partir da perspectiva regional compreendendo a relação do
homem com a natureza:
- Compreensão
dinâmica do processo produtivo dos ciclos extrativista:
-Compreensão da
Regionalização do Espaço Geográfico como conseqüência na modificação política,
social e econômica.
ARTES
Ensino Fundamental:
- Experimentação
e exploração das possibilidades da linguagem artística (Visual, Dança, Música e
Teatro);
- Compreensão e
utilização da Arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal ou
coletiva;
- Observação da
relação entre Arte e realidade, refletindo, investigando, exercitando a
discussão, a sensibilidade, e a imaginação.
EDUCAÇÃO FÍSICA:
Ensino Fundamental:
- Reconhecimento
da importância da atividade física para o bem estar do individuo;
- Compreensão e doação
de atitudes de cooperação e respeito mútuo;
- Crítica à
violência que ocorre no esporte entre os atletas, torcida e na comunidade em
geral.
EDUCAÇÃO RELIGIOSA
Ensino Fundamental:
- Visão de mundo
onde prevaleça o respeito, a harmonia e a solidariedade;
- Atuação de
forma participativa e transformadora, colocando-se a serviço do bem comum na
defesa e preservação do meio ambiente;
- Reflexão sobre
a importância de uma vida saudável, percebendo-se como ser social e responsável
pela construção de uma sociedade em que está inserido.
INFORMÁTICA
EDUCATIVA
Ensino
Fundamental:
-
Compreensão dos princípios tecnológicos e suas relações integradoras;
- Respeito às
identidades e as diferenças;
-Utilização das
diversas linguagens como meio de expressão, comunicação e informação.
EDUCAÇÃO
ESPECIAL:
Quem são os alunos com necessidades
educacionais especiais?
O conceito de necessidade
educacional especial vem sendo discutido em vários âmbitos da educação sendo
posteriormente ampliados e entendidos prioritariamente, como alunos que
apresentam altas habilidades (superdotados), condutas típicas de síndromes e
quadros neurológicos, psicológicas ou psiquiátricas ou então significativas
diferenças físicas sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos ou
adquiridos, de caráter temporário ou permanente e que, em interações
sócio-ambientais resultam em necessidades educacionais especiais diferentes da
maioria das pessoas que requer uma dinâmica própria na ação ensinar-aprender.
No entanto, esses fatores não são determinantes para o sucesso ou fracasso
escolar. O que vai determinar essas questões é a qualidade do atendimento
educacional.
12 – METODOLOGIA ADOTADA NA ESCOLA
Entende-se que a escola é uma
instituição educacional que necessita ter o seu dia-a-dia planejado, com
propostas sistematizadas viáveis e flexíveis, tendo em vista, que a educação
acontece em parceria com a realidade que nos rodeia.
Buscando sempre realizar um trabalho
que se identifique com a realidade da educação e tendo em vista a complexidade
da prática educativa é necessário que tenhamos como princípio básico inovar e
enriquecer o processo de promover o ensino-aprendizagem.
Para se fazer um ensino de qualidade
é necessário que o professor faça uma auto-reprogramação de seus próprios conhecimentos
e de todo o processo de ensino, incentivando-o na busca de mais estratégias
para melhorar sua atuação na sala de aula. Mediante isso, ele passa a ser não o
professor, mais o mediador. Aquele que facilita a aprendizagem, levando o aluno
a pesquisar, refletir, questionar e analisar situações, para posteriormente
alcançar resultados positivos tornando-o um ser participativo e crítico dentro
do meio em que vive.
Nesse contexto a E.M.E.F “Dr. Inácio
de Sousa”, possui uma equipe técnica pedagógica completa, que planeja atividade
intra e extraclasse, procurando estratégias que na sua operacionalização,
insere desafios com ações facilitadoras do processo ensino-aprendizagem.
A organização e sistematização do
processo ensino-aprendizagem busca sempre inserir na metodologia pedagógica os
temas transversais, os projetos, organizada de acordo com a nossa necessidade e
realidade pelos professores e equipe pedagógica da escola.
Não adotamos metodologia específica,
procuramos inovar, dinamizar, não deixar que a rotina tire o incentivo do aluno
e procuramos resgatar o conhecimento em todas as áreas do ensino, procurando
trabalhar de forma interdisciplinar, através de projetos e a feira científica,
que já faz parte do currículo da escola.
13 - REGIMENTO ESCOLAR INTERNO
Um dos pontos fortes da escola está na aplicação do seu Regimento Interno
Escolar, que se trata de um documento descrevendo as regras que definem a
organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar da instituição,
estabelecendo normas que deverão ser seguidas para na sua elaboração, como, por
exemplo, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente. Define os
objetivos da escola, os níveis de ensino que
oferece e como ela opera. Dividindo as responsabilidades e atribuições de cada
pessoa, evitando assim, que o gestor concentre todas as ordens, todo o trabalho
em suas mãos, determinando o que cada um deve fazer e como deve fazer.
O Regimento surgi como reflexão que a escola
tem sobre si mesma, porém, deve estar de acordo com a legislação e a ordem que
é aplicada no país, estado e município. Ele é um o documento administrativo e
normativo dessa unidade escolar, fundamentado na proposta pedagógica e coordena
o funcionamento da escola, regulamentando ações entre os representantes do
processo educativo.
Ele é baseado em um texto referencial e em princípios democráticos, adotados
pela Secretaria Municipal da Educação que são a base para promover a discussão,
a reflexão e a tomada de decisão pelos membros da escola, buscando respostas às
questões referentes ao processo de ensino e aprendizagem.
Entendemos que toda instituição deve possuir
um conjunto de normas e regras que regulem a suas propostas explicitadas em um
documento que deve está disponível para a consulta de
toda a comunidade escolar.
O Regimento está de acordo com uma proposta
de gestão democrática, possibilitando a qualidade do ensino, fortalecendo a
autonomia pedagógica e buscando a valorização da participação da comunidade
escolar que poderá ser representada através dos órgãos colegiados, como, por
exemplo, o Conselho Escolar e o grêmio estudantil. Outro objetivo do Regimento
é o cumprimento das ações educativas estabelecidas no Projeto
Político-Pedagógico da escola.
14 - AVALIAÇÃO
A avaliação entendida como um
processo de permanente acompanhamento do desenvolvimento global do aluno, mais
que em qualquer outra proposta, voltada para a construção da cidadania, a
avaliação tem um papel de extrema relevância. Ela não apenas permite acompanhar
o desempenho progressivo das competências e habilidades dos alunos, como deve
informar ao professor e à escola o quanto o seu trabalho é eficaz, no sentido
de possibilitar ao educando progredir em direção ao objetivo proposto.
Nessa perspectiva a avaliação não pode continuar centrada apenas no
produto e servir unicamente para decidir sobre a promoção ou retenção do aluno,
mas ser reveladora de todo um processo, oferecendo ao professor um diagnóstico
dos efeitos do seu trabalho com os alunos. O ato de avaliar implica, antes de
tudo, na disposição de acolher. Na educação, estamos trabalhando com uma
pessoa, importa acolhê-la na sua totalidade, como ser humano, e não apensas na
aprendizagem específica que estamos avaliando.
Neste contexto, a avaliação
apresenta as seguintes características:
·
Diagnóstica:
A avaliação deve ser investigativa, ou seja, ela deve coletar dados relevantes,
essenciais, que configurem o estado de desenvolvimento do educando, para
indicar aquilo que estamos pretendendo avaliar;
·
Contínua:
a avaliação não é um momento dissociado da aprendizagem, mas integra todo o trabalho
de formação do sujeito, num permanente processo de ação-reflexão-ação,
identificando avanços, dificuldades e propostas de intervenção pedagógica.
·
Participativa:
a avaliação não é um ato solitário do professor, mas envolve que todos os
atores educativos num movimento recíproco de auto e hetero-avaliação, neste
sentido são também chamados de dialógica.
·
Diversificada:
a avaliação deve utilizar instrumentos variados, adequados aos diferentes
aspectos e à especificidade do trabalho desenvolvido. Isto implica que os
instrumentos sejam adequados ao tipo de conduta e de habilidade que estamos
avaliando; aos conteúdos que realmente foram desenvolvidos no processo de
ensino-aprendizagem; à clareza e à precisão da comunicação e, finalmente, ao
processo de aprendizagem do educando.
Todos esses
aspectos conferem à avaliação um caráter formativo. Ela não apenas tem a função
de avaliar o processo de formação do aluno e de intervenção do professor, mas
também a prática curricular e a função social e cultural da escola.
Nesse contexto
avaliar não é simplesmente medir. Avaliar envolve o levantamento de informações
sobre a aprendizagem dos alunos que devem ser analisadas considerando os
interesses e objetivos do plano de ensino.
Para iniciar uma
avaliação do rendimento escolar três questões devem orientar o trabalho
docente: Para que avaliar, o que avaliar, e como avaliar. A avaliação do aluno
em sala de aula tem como propósito promover o aperfeiçoamento de ensino que
está sendo oferecido. Avaliar-se para
identificar as necessidades e prioridades, situar o professor e o aluno no
percurso escolar.
Nesse sentido a
avaliação do rendimento escolar permite ao professor refletir sobre suas
intenções, sobre seu papel, os limites de sua ação e as condições que terá para
interferir na educação de seus alunos.
Considerando o que
prevê o Artigo 24 da LDB-9394/96, adotamos uma avaliação contínua e cumulativa
do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos, bem como as preferências aos estudos de recuperação com
acompanhamento contínuo do rendimento escolar dos alunos.
Nessa perspectiva
a avaliação do aluno deve estar voltada para:
·
Atividades que levam a reflexão, a crítica
e a construção de conhecimento no processo educativo;
·
Ênfase ao essencial;
·
Contextualização das temáticas abordadas;
·
Definição clara do que se quer avaliar;
·
Continuidade dia após dia;
·
Avaliação do aluno como um todo.
PROCEDIMENTOS
No processo ensino-aprendizagem, o
professor utilizar-se-á de uma diversidade de procedimentos para avaliar o
desempenho do aluno, tais como: testes, provas, tarefas individuais e grupais,
observações escritas, pesquisas, seminários, painéis, relatórios, análises de
situações problemas, trabalho em grupo, aplicações do conhecimento em situações
problema, experiências, debates, mesa redonda e outros.
Nesse sentido, ao avaliar o professor deverá:
·
Coletar, analisar e sintetizar de forma
mais objetiva possível as manifestações das condutas cognitivas, afetivas,
psicomotoras dos educando, produzindo uma configuração do efetivamente
aprendido.
·
Reiterar imediatamente a aprendizagem caso
sua qualidade seja insatisfatória e se competências e habilidades que estejam
sendo construídas não alcancem os
objetivos desejados;
·
Selecionar procedimentos de leitura adequados
a diferentes objetivos e interesses (estudos, formação pessoal, entretenimento,
realização de tarefas) e a característica do gênero e suporte.
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
·
Participação;
·
Tarefa de classe e extraclasse;
·
Assiduidade;
·
Organização dos cadernos;
·
Conteúdos atitudinais;
·
Conselho de classe.
TRABALHO:
·
Seminários;
·
Produção de textos;
·
Júri simulado;
·
Debates;
·
Painéis;
·
Relatórios;
·
Análises de situações problemas;
·
Experiências;
·
Mesa redonda;
·
Estudos dirigidos e outros.
SUGESTÕES DO QUE PODE SER
AVALIADO:
Nos Trabalhos:
·
Avaliação em grupo;
·
Avaliação individual;
·
Avaliação de atitudes;
·
Avaliação do aspecto cognitivo;
·
Auto-avaliação;
·
Citar obras consultadas (orientação do
professor, para poder cobrar nos trabalhos).
NA PRODUÇÃO TEXTUAL:
·
Adequação ao tema;
·
Coerência das idéias;
·
Uso adequado dos conectivos;
·
Seguir a tipologia textual;
·
Inferência textual;
·
Argumentação e defesa de idéias;
·
Paragrafação e elementos gramaticais.
TESTE DIAGNÓSTICO MENSAL:
Atividades desenvolvidas
a partir dos conteúdos trabalhados em sala de aula, selecionados a critério do
professor.
Sugerimos sua realização
com o objetivo de diagnosticar o que não foi aprendido pelos alunos, a partir
das retomada dos conteúdos de acordo com as necessidades diagnosticadas.
PROVA BIMESTRAL:
TIPOS:
·
Escritas: Subjetiva e Objetiva;
·
Práticas;
·
Orais.
QUESTÕES SUBJETIVO-DISCURSIVAS:
Fazer boas questões
discursivas é mais difícil do que se imagina. Por isso, propomos uma série de
sugestões que podem contribuir para melhores resultados.
·
Comece tornando bem claro na sua mente a
finalidade da prova (diagnóstica, seleção, revisão etc.).
·
Utilize questões de respostas abertas;
·
Planeje a prova com antecedência (e não
num intervalo entre aulas);
·
Prepare o esquema básico da prova, nele
especificando com precisão os resultados da aprendizagem que quer verificar;
·
Sempre prefira empregar questões nas quais
o aluno possa mostrar o que realmente aprendeu.
QUESTÕES OBJETIVAS:
·
Abordar apenas assunto de importância.
Evite incluir questões de pura memorização;
·
Levar em conta a reação dos alunos à
questão. (perguntas do tipo cilada concorrem para o desinteresse do aluno e a
sua justa insatisfação);
·
Prevê apenas uma resposta certa para cada
questão;
·
Colocar a dificuldade no conteúdo e não na
forma de apresentação da questão.
PRÁTICAS:
CARACTERIZAÇÂO:
·
Execução de tarefa real ou simulada;
·
Julgamento durante toda a execução;
·
Aplicação individual;
·
Julgamento do produto final;
·
Aplicação coletiva.
ORAIS:
·
Individuais – argüição sobre pontos
sorteados na hora ou sobre pontos previamente preparados.
·
Em grupo – discussão entre participantes
ou debate em seminários.
Além dos instrumentos citados, sugerimos:
O portfólio por constituí-se,
tanto para os alunos como para os professores, como uma coleção de trabalhos
que conta a história de seus esforços, progresso, desempenho, criações, dúvidas
etc., um instrumento de registro que serve para avaliação dos processos. Além
de servir como um instrumento de auto-avaliação e de registro da memória dos
processos, o portfólio serve também como instrumento de comunicação com os pais
e/ou responsáveis.
Já mencionada anteriormente, a auto-avaliação do ensino, feita pelo
professor e auto-avaliação da aprendizagem, feita pelo aluno, é uma prática
ainda distanciada do processo avaliativo. No entanto, é um excelente exercício
individual e de grupo para a formação de sujeitos autônomos, críticos e
compromissados.
Outro aspecto importantíssimo à
avaliação são os Conselhos de Classe.
É um espaço que precisa ser otimizado e sua função resgatada porque é um espaço
valioso para discutir os avanços e as dificuldades dos alunos e dos grupos;
para troca entre os professores que trabalham com a(s) mesma(s) turma(s); para
resgatar a dimensão coletiva do trabalho docente.
15 - RECUPERAÇÃO
Sabemos que não existe um único
culpado pelo fracasso escolar, mas um conjunto de coisas ou de situações que
estagna ou regride a abrangência da aprendizagem do aluno.
Para os leitores e escritores iniciantes, torna-se um procedimento mais
complexo, porque ainda não se apropriaram do prazer da leitura e da escrita, na
sua grande maioria a convivência com o mundo da leitura e da produção escrita,
se inicia na escola.
A
escola busca sempre um ideal comum, fazer com que todos os alunos aprendam. O
compromisso do educador com a aprendizagem do aluno é cotidiano. Contudo nem
todos conseguem resultados positivos.
A
recuperação para os alunos em defasagem no desenvolvimento de aprendizagem é
imprescindível e é também um paradigma do sistema escolar, pois tem que
diagnosticar níveis de transição de aprendizagem dos mesmos para um melhor
desempenho e para alcançar um melhor resultado.
ORIENTAÇÕES GERAIS – segundo a LDB
9394/96. Art.24.§V, Alínea ”a” e Regimento Escolar das Escolas Públicas do
Estado do Pará, Resolução 767/98-CEE e Resolução 05/98-CME, o processo de
recuperação terá caráter de reforço de aprendizagem com o objetivo de
proporcionar ao aluno nova oportunidade de rever conhecimentos não assimilados
dos semestres letivos.
Os estudos de
recuperação dar-se-ão em regime semestral, sendo que no primeiro semestre será
realizado dentro do período letivo e segundo fora do período letivo;
·
É permitido ao aluno realizar estudos de
recuperação em todas as disciplinas no primeiro semestre e, máximo em quatro,
no segundo semestre;
·
O período de recuperação será de 15 dias
letivos por semestre, sendo de 6º ao 9º anos, deve ser obedecida à carga
horária semanal da disciplina, multiplicando-se essa por três, o que
corresponderá a três semanas letivas;
·
No primeiro semestre todos os alunos
deverão freqüentar as aulas de recuperação;
16 – PLANO DE
AÇÃO
Metas
Ações
a)
Envolver os pais nas
atividades realizadas na escola;
· Promover gincanas culturais e esportivas;
· Realizar palestras envolvendo os temas: drogas, DSTS, segurança, doenças epidemiológicas;
· Projetos de ensino envolvendo os pais;
· Realizar exposições das atividades realizadas com os alunos, em reuniões e nos conselhos de classe.
b) Incentivar o resgate dos valores morais e minimizar a indisciplina na escola;
· Promover momentos de reflexão, tendo como apoio os equipamentos tecnológicos;
· Trabalhar com filmes e músicas que desperte o respeito mútuo;
· Promover trabalhos de campos, que evidencie as consequências de atitudes indisciplinadas e/ou infracionárias;
· Solicitar junto a SEMED apoio para a conclusão das ações;
· Convidar pessoas da comunidade para dar depoimentos e testemunho de vida;
· Promover gincanas culturais e esportivas;
· Realizar palestras envolvendo os temas: drogas, DSTS, segurança, doenças epidemiológicas;
· Projetos de ensino envolvendo os pais;
· Realizar exposições das atividades realizadas com os alunos, em reuniões e nos conselhos de classe.
b) Incentivar o resgate dos valores morais e minimizar a indisciplina na escola;
· Promover momentos de reflexão, tendo como apoio os equipamentos tecnológicos;
· Trabalhar com filmes e músicas que desperte o respeito mútuo;
· Promover trabalhos de campos, que evidencie as consequências de atitudes indisciplinadas e/ou infracionárias;
· Solicitar junto a SEMED apoio para a conclusão das ações;
· Convidar pessoas da comunidade para dar depoimentos e testemunho de vida;
· Promover atividades de valorização do espaço escolar com
alunos indisciplinados;
c) Elevar a qualidade do ensino aprendizagem;
· Realizar projetos envolvendo as datas cívicas e comemorativas, com temas de acontecimentos emergenciais conforme a necessidade do momento;
· Solicitar apoio a SEMED de cursos e oficinas pedagógicas de aprimoramentos e capacitação ao corpo docente;
· Promover gincanas na área de matemática;
· Participar dos programas direcionados pelo MEC;
· Promover grupos de estudo com o corpo docente;
· Envolver professores e alunos em atividades culturais extra às atividades de rotina escolar;
· Realizar diagnósticos e análises de dados do desempenho acadêmico;
· Promover projetos de leitura, escrita e cálculos;
· Solicitar apoio junto a SEMED, curso de aprimoramento no atendimento aos alunos com necessidades especiais.
d) Fortalecer o relacionamento Escola e Comunidade;
c) Elevar a qualidade do ensino aprendizagem;
· Realizar projetos envolvendo as datas cívicas e comemorativas, com temas de acontecimentos emergenciais conforme a necessidade do momento;
· Solicitar apoio a SEMED de cursos e oficinas pedagógicas de aprimoramentos e capacitação ao corpo docente;
· Promover gincanas na área de matemática;
· Participar dos programas direcionados pelo MEC;
· Promover grupos de estudo com o corpo docente;
· Envolver professores e alunos em atividades culturais extra às atividades de rotina escolar;
· Realizar diagnósticos e análises de dados do desempenho acadêmico;
· Promover projetos de leitura, escrita e cálculos;
· Solicitar apoio junto a SEMED, curso de aprimoramento no atendimento aos alunos com necessidades especiais.
d) Fortalecer o relacionamento Escola e Comunidade;
·Trabalhar a comunidade escolar conceitos de respeito, disciplina,
responsabilidade, ética, amor ao próximo e outros;
· Abordar os temas transversais;
· Promover momentos de reflexão e palestras educativas que possam contribuir com a conscientização da comunidade escolar;
· Aplicar dinâmicas de grupo;
· Desenvolver projetos relacionados à ética, disciplina, responsabilidade e respeito mútuo.
· Abordar os temas transversais;
· Promover momentos de reflexão e palestras educativas que possam contribuir com a conscientização da comunidade escolar;
· Aplicar dinâmicas de grupo;
· Desenvolver projetos relacionados à ética, disciplina, responsabilidade e respeito mútuo.
e) Valorizar dos eventos educativos e recreativos como
forma de aprendizagem;
· Promoção de eventos educativos por ocasião de datas cívicas e comemorativas relacionados ao: Meio Ambiente, Carnaval, Páscoa, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Dia do Estudante, Independência do Brasil, Dia das Crianças, Aniversário de Marabá, Dia dos Professores, Natal; através de: Teatros, Excursões Culturais, Gincanas, Olimpíadas, Feira Cultural, Mostra Científica e Folclórica, Comemorações e Exposições de trabalhos em todas as áreas do conhecimento.
· Promoção de eventos educativos por ocasião de datas cívicas e comemorativas relacionados ao: Meio Ambiente, Carnaval, Páscoa, Dia das Mães, Festa Junina, Dia dos Pais, Folclore, Dia do Estudante, Independência do Brasil, Dia das Crianças, Aniversário de Marabá, Dia dos Professores, Natal; através de: Teatros, Excursões Culturais, Gincanas, Olimpíadas, Feira Cultural, Mostra Científica e Folclórica, Comemorações e Exposições de trabalhos em todas as áreas do conhecimento.
17 - PROJETOS
E PROGRAMAS QUE A ESCOLA DESENVOLVE
· Projeto: Aniversário da Cidade
Objetivos:
- Desenvolver o espírito cívico (cidadania);
- Estimular o interesse pela história da cidade;
- Perceber as mudanças ocorridas na cidade através dos tempos;
- Reconhecer os espaços físicos e limites de sua cidade;
- Representar espaços físicos através de mapas e maquetes;
- Desenvolver a criação e a criatividade.
· Projeto: Meio Ambiente.
- Desenvolver o espírito cívico (cidadania);
- Estimular o interesse pela história da cidade;
- Perceber as mudanças ocorridas na cidade através dos tempos;
- Reconhecer os espaços físicos e limites de sua cidade;
- Representar espaços físicos através de mapas e maquetes;
- Desenvolver a criação e a criatividade.
· Projeto: Meio Ambiente.
Objetivos:
- Compreender a necessidade e dominar alguns procedimentos de conservação e manejo dos recursos naturais com os quais interagem, aplicando-os no dia-a-dia.
- Compreender a necessidade e dominar alguns procedimentos de conservação e manejo dos recursos naturais com os quais interagem, aplicando-os no dia-a-dia.
· Projeto: Festa Junina
Objetivos:
- Distinguir as diferenças dos costumes das festas juninas no Brasil e no mundo;
- Resgate a memória desta festa;
- Valorizar as tradições folclóricas;
- Desenvolver o gosto pelas poesias e músicas;
- Incentivar o gosto da música junina.
· Projeto: Folclore
- Distinguir as diferenças dos costumes das festas juninas no Brasil e no mundo;
- Resgate a memória desta festa;
- Valorizar as tradições folclóricas;
- Desenvolver o gosto pelas poesias e músicas;
- Incentivar o gosto da música junina.
· Projeto: Folclore
Objetivos:
- Resgatar as tradições brasileiras relacionadas ao nosso Folclore;
- Repassar valores culturais;
- Estimular ritmo.
- Resgatar as tradições brasileiras relacionadas ao nosso Folclore;
- Repassar valores culturais;
- Estimular ritmo.
· Projeto: Revitalização e Valorização do
Espaço Escola
Objetivos:
- Preservar o espaço físico da escola;
- Combater a indisciplina e a depredação da escola;
- Resgatar o respeito ao próximo e a instituição escola;
- Preservar o espaço físico da escola;
- Combater a indisciplina e a depredação da escola;
- Resgatar o respeito ao próximo e a instituição escola;
Eventos e Programas
OBA – Olimpíada Brasileira de
Astronomia;
OBMEP - Olimpíada Brasileira de
Matemática das Escolas Públicas;
Olimpíada de Língua Portuguesa;
PDDE;
PDE;
MAIS EDUCAÇÃO;
18 –
AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
É preciso, que o pensamento e ação não fiquem aprisionados. Seguir
mecanicamente um roteiro não nos garante eficiência nem eficácia do
planejamento. É necessário estar atento às circunstâncias, aos novos estímulos
e problemas que vão surgindo a fim de adequar tecnicamente o as necessidades do
grupo e da instituição que planeja, pois no desencadeamento das ações podemos
perceber os resultados e redirecionar os rumos do PPP, ·quando necessário é
preciso que o grupo assuma uma posição atenta, de cuidado constante com o
percurso que desenvolve. Essa atitude pode se instalar de fato, porque o
projeto, nesta perspectiva é uma conquista do coletivo da escola e que todos
passam a defender o seu fortalecimento. Por outro lado, ao organizar o processo
de avaliação, a escola deve garantir tanto seu aspecto contínuo quanto o
prático formalizado em alguns momentos específicos.
Este é um Projeto que não se encerra aqui. É
preciso ser analisado, discutido e aperfeiçoado anualmente ou sempre que
necessário. O que se pensa e se quer é construir e manter uma escola de
qualidade, (um centro de informações e oficinas de aprendizagem) inserida nos
novos tempos, e que aponte para a reflexão constante do conceito de educação,
que esteja sempre conectada com a sociedade, consciente de seus desafios,
formadora de alunos capazes de aprender e conscientes de seus direitos e
deveres, de liberdade e de igualdade perante a sociedade, assume internamente
um compromisso com a conscientização, transformação sócio-cultural da
comunidade, concordando com o fato de que a educação é prioridade e que a
diversidade regional não se configura como barreira para as propostas e ações
pedagógicas inovadoras sirvam de norte para a prática educativa.
19 – CONCLUSÃO
Entendemos que embora seja complicado
e de certa forma difícil garantir a participação aos diversos segmentos na
construção e na elaboração do P. P. P (Projeto Político Pedagógico), a riqueza
do processo está na participação coletiva dos envolvidos. Entretanto não basta que as pessoas garantam sua
participação, é necessário que estejam dispostos a trabalhar para que o
objetivo almejado ocorra dentro do processo da instituição escolar.
Cabe ressaltar que o PPP traça caminhos, mas não pode ficar estagnado,
reiterando o projeto deve ser revisto com freqüência, para que possamos estar
adequando às necessidades da escola, comunidade escolar, e principalmente dos
educandos.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ü Coletânea
Escola Cidadã, Instituto Paulo Freire.
ü Revista
Amae. Projeto Pedagógico – Fundação Amae – 2000
ü Plano
de Desenvolvimento da Escola (PDE)
ü Gandin,
Danilo e Cruz, Carlos H. Carrilho. Planejamento na sala de aula. Porto
Alegre. Edição dos Autores, 2000, 5ª edição.
ü Gandin,
Danilo e Gandin, Luís Armando. Temas para um projeto Político Pedagógico. Petrópolis,
2001, 4ª edição.
ü Revista
Pátio Projeto Pedagógico. Agosto/Outubro, 2003 – ano VII, n° 27
ü FREIRE,
Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários a prática educativa/ São
Paulo: Paz e Terra, 1996 – Coleção leitura






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